Cão que seria eutanasiado em abrigo é adotado e se torna grande companheiro de garotinho doente
Por Patrícia Tai (da Redação – ANDA news)
Qualquer pessoa que adota um cão ou gato de um abrigo pode perceber que há algo em comum a todo animal resgatado: ele recebeu uma segunda chance de vida. Este é certamente o caso de Juno, uma cadela da raça Belgian Malinois que foi resgatada de um abrigo poucos dias antes de ser eutanasiada. Mas desde que foi viver com sua nova família em Alcoa, Tennessee, EUA, Juno também assumiu o papel de salvadora do garoto Lucas Hembree, de 4 anos de idade. As informações são do site Global Animal.
Lucas sofre da “Síndrome de Sanfilippo”, uma doença hereditária que ataca o metabolismo e é causada pela ausência ou mau funcionamento de uma enzima necessária para quebrar as moléculas de glicose. Conforme a doença avança, as crianças perdem a capacidade de falar, andar e comer. A doença também causa sérios danos neurológicos que levam a comportamento agressivo, hiperatividade e convulsões.
“A pior notícia que os pais podem ouvir quando aprendem sobre esta doença é que ela não tem cura ou tratamento”, disse Chester, pai de Lucas.
A menos que algo extraordinário aconteça, Lucas tem uma expectativa de viver até os 15 anos e talvez em estado vegetativo a partir de quando atingir os 8 anos de idade. Percebendo que cada momento é extremamente precioso, Chester e sua esposa Jennifer querem proporcionar ao filho o máximo de boas experiências que ele possa vivenciar enquanto tem a capacidade de aproveitá-las.
Oração e Persistência
Quando a doença começou a atingir as articulações de Lucas, Chester pensou em procurar um cão para ajudar quando Lucas caminhasse. “Ouvi dizer que não seria bom para Lucas contar com o apoio de um cão devido ao seu processo de deterioração de habilidades e ao seu comportamento”, disse Chester. “Eu me recusei a aceitar essa afirmação”.
Uma combinação de oração e persistência levaram Chester a Juno. “Me deparei com um anúncio sobre ela em um site de resgate de cães”, disse ele, “e tive uma sensação no estômago de que eu deveria ver este cão”.
A família inteira fez uma viagem de duas horas para encontrar Juno, que estava sendo mantida em um abrigo no leste de Tennessee. “Ela estava magra, e poucos dias depois seria eutanasiada”, segundo Chester. “Ela tinha sido entregue ao abrigo, por seus tutores, que a rejeitaram devido à sua raça”.
Felizmente, Chester a aceitou.
Chester testou se Juno teria um comportamento amigável para com Lucas e, ao colocá-la próxima do menino, disse que os dois ficaram amigos imediatamente, como almas gêmeas.
Os Hembrees levaram Juno para casa e passaram a tratá-la com amor e carinho.
Logo no início, perceberam algo instintivo em seu comportamento. Um dia, Chester percebeu que Juno andava em círculos ao redor de Lucas enquanto ele estava em sua cadeira de rodas. “Ela estava gemendo e empurrando-o com o focinho”, conforme conta Chester, que foi checar os níveis de oxigênio e percebeu que estavam muito baixos. Após aumentar a carga de oxigênio de Lucas, ele voltou ao normal e Juno comportou-se como se estivesse agradecendo, com gestos de afeto.
“Foi quando notei que ela tem habilidade para captar as alterações neurológicas de Lucas”, diz Chester. “Agora ela nos alerta quando Lucas está para ter uma convulsão ou quando seus níveis de oxigênio estão baixos. Ela salvou a vida dele várias vezes”.
Juno tornou-se literalmente um ombro para Lucas se apoiar ao andar, e uma influência tranqüilizadora quando ele está agitado. E quando precisa afastar Juno de Lucas por alguns momentos para algum procedimento, Chester diz que tem dificuldade: “Você não vê um sem o outro por perto”, diz ele. “Realmente parece que é assim que tinha que ser”.
Fonte: http://www.anda.jor.br
continuar lendoProjeto Pêlo Próximo abre inscrições para novos cães terapeutas no RJ
Fonte: http://animaisos.org/?n=4294#.TyiM-yP5KEQ.facebook
continuar lendoVacas como co-terapeutas: animais de fazenda como auxiliar em terapias
Animais de fazenda, como vacas, utilizados como auxiliares em tratamento de crianças internadas
Um estudo publicado por Gerald P. Mallon no Child and Adolescent Social Work Journal, relatou os benéficos resultados da introdução de animais de fazenda junto a crianças internadas para realização de longos tratamentos de saúde.
Utilizando abordagens metodológicas variadas, o estudo exploratório investigou as experiências destas crianças que tiveram a introdução de animais de fazenda, em especial, vacas como uma das abordagens para o tratamento.
Os resultados indicaram que as crianças receberam muito bem os animais e os utilizaram como seria se utilizassem os serviços de um terapeuta. Elas conversavam com os animais, sem medo de que algo dito pudesse ser repetido. As crianças visitavam os animais para se sentirem melhor e, principalmente quando sentiam-se tristes ou com raiva. Além disso, foi um rico aprendizado, pois aprenderam, entre outras coisas, sobre a nutrição e cuidados de outros seres vivos.
O artigo destacou uma abordagem inovadora e positiva para tratamento e, a continuidade da mesma, sendo esta totalmente explorada pelos profissionais de saúde, visando principalmente, o bem-estar infantil.
TERAPIA MÚTUA: Um relax bom pra cachorro
Terapia com o carinho de crianças especiais e idosos acaba com o estresse do cães da PM
Por Roberta Trindade
Rio – A vida de cachorro na Polícia Militar não é fácil. Para acabar com o estresse dos cães que participam de operações policiais, um dos melhores remédios tem sido a terapia feita com crianças especiais e idosos. Até bem pouco tempo, os bons resultados eram considerados apenas nas pessoas, que passam a apresentar melhoras nos quadros de ansiedade, estresse, hipertensão, autoestima, comunicação e sensibilidade ao toque.
“A terapia é boa para os cães também. Eles gostam de ser abraçados e acariciados. São cães que também têm um trabalho estressante e aqui relaxam no contato com as crianças”, explica o sargento Adilson da Silva Franco, adestrador do canil do 7º BPM (São Gonçalo) no abrigo público Centro Integrado da Criança e do Adolescente Portador de Deficiência Professor Almir Madeira, da Fundação para a Infância e Adolescência, em Niterói.
Muitos policiais admitem que até eles mesmo esquecem dos problemas quando levam os cães para a terapia.
Responsável pela equipe de cinoterapia (tratamento com ajuda de cachorros), a capitão Danielle Suzye Pereira, do recém-criado Batalhão de Ações com Cães, antiga Companhia Independente de Polícia Militar de Cães, explica que os cachorros atualmente são escolhidos para fazer a terapia de acordo com o seu temperamento. Não são todos que participam.
O subcomandante do BAC, major Vitor Valle, explicou que, com a criação do batalhão, está havendo uma mudança no projeto para melhorar a qualidade e ampliar o serviço, para que mais pessoas tenham acesso.
Treinamento começa aos 10 dias de vida
Os resultados têm sido tão satisfatórios que agora, aos 10 dias de vida, os animais já estão começando a ser treinados para o contato nas instituições, o que deverá melhorar o resultado da terapia para ambas as partes.
Atualmente com 4 meses, os labradores Nina e Marley estão sendo treinados especialmente para fazer parte da equipe adestrada.
Considerado um dos principais amigos dos cães, Jorge Ibrahim, 42 anos, morador do bairro de Olaria, na Zona Norte do Rio, foi um dos primeiros assistidos pelo projeto dos Cães Terapeutas, quando os animais ainda não recebiam treinamento específico para o serviço. Para ele, o treinamento especial só tende a aprimorar a terapia.
Fonte: http://migre.me/criar-url/
continuar lendoA terapia do “ronrom”
Ronronterapia - Gatos têm poderes terapêuticos, aliviam o stresse, a ansiedade e evitam até doenças cardíacas
Por Verônica Mambrini – ISTO É
Perseguidos em diferentes épocas e vítimas históricas de preconceito, os gatos estão ganhando absolvição por meio de um papel inesperado: o de terapeutas. Em seu recém-lançado livro “La Ronron Thérapie”, a jornalista francesa Véronique Aïache explica, devidamente ancorada por trabalhos científicos, como o convívio com um bichano pode melhorar a vida das pessoas.
Ela relata, por exemplo, pesquisas como a do veterinário francês Jean-Yves Gauchet, que testou o poder do ronrom – o som emanado pelos gatos quando estão em repouso – em 250 voluntários, submetidos a uma gravação de 30 minutos do ruído de Rouky, o gato do veterinário. Ao fim do estudo, os participantes declararam sentir mais bem-estar, serenidade e uma facilidade maior para dormir. O poder tranquilizante dos felinos foi o porto seguro da gerente comercial Cris Sakuraba, 46 anos. “Não desmerecendo o medicamento, mas minha gatinha mudou minha vida”, diz. Cris sofria de ansiedade, stresse, depressão e agorafobia (medo de espaços abertos ou aglomerações), doenças que estavam minando sua qualidade de vida.“Agora estou 95% curada dos problemas.” A gatoterapeuta Marisa Paes afirma que é capaz de fazer até quem não gosta dos bichanos se beneficiar da presença deles. “Mesmo quem tem medo de gato me procura. Comigo como mediadora, a pessoa vai se desbloqueando”, afirma.
Os tratamentos terapêuticos envolvendo animais começaram a ser desenvolvidos no Brasil no começo da década de 50, pela psiquiatra Nise da Silveira. O tratamento foi uma alternativa com resultados palpáveis às terapêuticas agressivas, como lobotomia e eletrochoque. “Com o gato ronronando no colo, por exemplo, a pessoa desacelera, pois ocorre a mudança de frequência das ondas cerebrais do estado de alerta para o relaxamento”, diz Hannelore Fuchs, doutora em psicologia e especialista na relação do ser humano com o animal. Faz sentido. A frequência do ronrom é entre 25 e 50 hertz, a mesma utilizadas na medicina esportiva para acelerar cicatrizações e recuperar lesões. No ano passado, a gigante de tecnologia Apple lançou em parceria com o veterinário Gauchet um aplicativo para iPhone que usa o ronrom para amenizar os efeitos que a diferença de fuso horário em viagens provoca. Um estudo de 2008 da Universidade de Minesota, nos Estados Unidos, mostrou que um bichano em casa reduz em até 30% o risco de ataque cardíaco, por ajudar a relaxar e aliviar o stresse.
HUMANIZAÇÃO: Cães Co-Terapeutas promovem bem-estar a pacientes internados
Fonte: Revista Hospitais Brasil
Projeto “Medicão” seleciona cães para interagir com pacientes em Campinas, interior de São Paulo
Por MARÍLIA ROCHA
O Projeto Medicão, que leva cães para interagir com pacientes de nove instituições da região de Campinas (93 km de São Paulo), está selecionando voluntários e seus animais.
Podem participar cães da região metropolitana de Campinas com um a nove anos de idade, sem distinção de raça, porte e gênero. Os animais devem estar saudáveis, com vacinação e vermifugação em dia. Tanto os cães quanto os proprietários, maiores de 18 anos, devem ter horários flexíveis e disponibilidade para viagens.
Segundo o responsável pelo projeto, Hélio Rovay Júnior, não é preciso que os animais sejam adestrados, mas sim que sejam dóceis ao serem tocados e manipulados por estranhos.
Com dez anos de atuação, o grupo, que conta com 14 animais, realiza atividades semanais em hospitais e órgãos assistenciais de quatro cidades da região. Os cães são sempre acompanhados de um guia ou do proprietário, que também participa das ações.
Segundo Rovay Júnior, são visíveis os resultados da interação entre o animal, o voluntário e o paciente. “Principalmente com crianças e jovens, é uma festa quando chegamos”, disse o adestrador. “Tivemos também voluntários muito tímidos no começo, que apenas levavam os animais e hoje estão com uma desenvoltura surpreendente.”
Os cem primeiros animais que chegarem à seletiva no Parque D. Pedro Shopping, das 10h às 18h deste sábado (15), receberão tratamento antiparasitário completo. Dez cães serão pré-selecionados e, destes, seis serão escolhidos para integrar o projeto.
Fonte: #mce_temp_url#
continuar lendoPromoção: Por que os animais são importantes em sua vida?
CONFIRA OS GANHADORES:
Primeiro Lugar:
RESPOSTA A, enviada por Joyce Magalhães Silva
Segundo Lugar:
RESPOSTA D, passando a premiação automaticamente para o terceiro lugar, RESPOSTA C, enviada por Walter Carmona de Figueiredo Luz.
Parabéns, Joyce e Walter, vocês ganharam um Curso Básico em Atividade, Educação e Terapia Assistidas por Animais / Zooterapia e adesivos da Beexos Brasil. Por gentileza, entrem em contato, através do e-mail cursos@cursoszooterapia.com.br
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VOTAÇÃO ENCERRADA!
A votação está encerrada. A enquete ficou aberta para votação popular até hoje, dia 5 de Novembro, às 12 horas.
Resultado final da enquete, obtida em 05/11/2011 às 12:00 horas
Em breve, o nome dos ganhadores serão divulgados. Agradecemos imensamente por sua participação!
Queremos agradecer também pelo respeito e confiança recebido pela maioria dos participantes!
Postado em 05/11/2011, às 12:03
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RESPOSTAS SELECIONADAS:
A - Esses “meninos” são tão importantes para mim que me tornei veterinária e não me imagino fazendo outra coisa…isso me faz acordar com a certeza de que meu dia começará e terminará bem, por mais que ao longo dele aconteçam coisas difíceis, como veterinária e mãe de 6 cães e dois gatinhos, sempre terei lambeijokas e rabinhos agitados me esperando em algum lugar e é essa certeza que me faz viver dia após dia, pois mantêm minha bateria sempre carregada. Com eles aprendi a ser feliz, acho até que venho aprendendo a ser mãe, é incrível! Muitas vezes, depois de um dia de trabalho, é tão bom brincar com os meus paciente e meus filhos de 4 patas, eles entendem como foi meu dia, se estou chateada, alegre ou cansada e se desdobram para que eu fique sempre melhor, essa amizade, essa convivência, NÃO TEM PREÇO! Sou uma privilegiada por ter esses “meninos” presentes na minha vida 24 horas (no trabalho e em casa), ou seja, na minha vida, não
há espaço para solidão, pois junto com o meu filho, esses “meninos” conseguem preencher todas as lacunas e tornar minha vida completa e o mais interessante é que cada um tem seu jeito especial de fazer isso, o que me faz sentir uma pessoa importante e especial. O que poderia ser melhor que isso?
B- Houve um tempo de minha vida onde o trabalho exaustivo de operário minava não apenas minhas forças e a saúde de meu corpo, como também meu ânimo de viver. Ao final do dia, no regresso ao lar, angustiado por ser tratado como uma mera peça de uma engrenagem, era recepcionado pela única criatura vivente que comigo convivia: Mimi(nome bastante “original” para gatos, rs… rs), uma gata preta e branca, adotada de uma ninhada de uma gata de rua que havia criado na vizinhança. Atuando como uma verdadeira “psicóloga”, vinha sempre me consolar, não com palavras, obviamente, mas com seus miados, lambidinhas nas mãos e mordiscadas nos pés. Mesmo após alimentada, como que percebendo minha apatia, procurava o tempo todo interagir comigo e, com suas habilidades felinas, sempre conseguia tirar alguns sorrisos de minha fisionomia um tanto quanto enrijecida pelo sofrimento. Hoje, tendo se passado tantos anos, prestes a concluir o curso superior de
Psicologia, continuo a ser recepcionado pela Mimi, já bastante idosa e obesa, e que quando não consegue se deslocar até mim, me fita com seus grandes olhos amarelos esperando que eu vá até ela. Analisando o passado, percebo o quanto esse animal foi importante em minha vida, me consolando nos momentos de tristeza e solidão e contribuindo fundamentalmente nas conquistas do presente. Obrigado, querida Mimi!
C- “São mestres que iluminam e reforçam o caminho seguro de comportamento perante a vida. O mundo seria triste sem eles.”
D- Participante que enviou a frase D pediu para RETIRÁ-LA DA PROMOÇÃO…
E- Devido ao seu amor incondicional que nos permite com a sua convivencia ir lapidando essa pedra bruta que somos.
A PROMOÇÃO:
Participe desta promoção e demonstre o quanto os animais importam para você!
Ao participar, você ainda estará concorrendo, automaticamente, ao Curso de Capacitação a Distância em Atividade, Educação e Terapia Assistidas por Animais, que terá início no dia 10 de Novembro de 2011, totalizando 20 horas/aulas, adesivos EU AMO CÃES e adesivos EU AMO GATOS.
Como participar?
Para participar da promoção, responda o formulário abaixo:
INSCRIÇÕES ENCERRADAS!
As respostas deverão ser enviadas através do formulário acima, até o dia 10 de Outubro de 2011. As cinco melhores respostas serão escolhidas pela jornalista Priscila Ribeiro e pela médica veterinária Juliana de Vazzi Pinheiro, e publicadas no site da Cursos Zooterapia para votação aberta ao público. As duas respostas mais votadas pelo público serão as premiadas.
Quais serão as premiações?
Primeiro Lugar:
Curso de Capacitação a Distância em Atividade, Educação e Terapia Assistidas por Animais
Adesivo EU AMO CÃES da @beexos
Adesivo EU AMO GATOS da @beexos
Segundo Lugar:
Curso de Capacitação a Distância em Atividade, Educação e Terapia Assistidas por Animais
Adesivo EU AMO CÃES da @beexos
Adesivo EU AMO GATOS da @beexos
ATENÇÃO: Devido a problemas na primeira enquete, o segundo colocado também ganhará um Curso de Capacitação a Distância em Atividade, Educação e Terapia Assistidas por Animais (20 horas).
Resultado da promoção:
O resultado desta promoção será divulgado no dia 5 de Novembro através do site da CURSOS ZOOTERAPIA, e ainda via twitter @cursozooterapia e facebook. Ao participar da promoção, o internauta estará concordando em ter seu nome e resposta divulgados pela Cursos Zooterapia.
O premiado terá que pagar pelo envio?
Não. A Cursos Zooterapia arcará com os custos dos itens sorteados e com o envio dos mesmos.
O que é preciso para a realização do curso?
Conexão via internet;
Afinidade, amor e respeito aos animais.
Posso transferir o curso para outra pessoa?
Não. As premiações são pessoais e intransferíveis. Também não será possível troca de produtos ou recebimento do valor dos mesmos em espécie. A Cursos Zooterapia entrará em contato com os vencedores da promoção e os mesmos terão 7 dias úteis para responderem com seus dados por e-mail, caso contrário, perderão o direito ao prêmio.
Vou receber certificação pelo curso?
Sim. O premiado terá os mesmos direitos e deveres de um aluno pagante. Terá acesso a todo material do curso, acesso a relatos de casos, artigos científicos, grupos de estudos, sessão tira dúvidas online, entre outros. Compreenderá sobre os benefícios da interação ética entre homens e animais, estudará sobre Atividade, Educação e Terapia Assistidas por Animais / Zooterapia, suas abordagens, exigências e benefícios. Assim sendo, o certificado somente será enviado após a devida conclusão do curso.
Como posso conferir o conteúdo programático do curso?
Maiores informações, assim como todo conteúdo programático podem ser acessados através do link:
Ou ainda, por contato através do e-mail: contato@cursoszooterapia.com.br
A promoção já está valendo… Boa Sorte aos participantes!
Centro médico americano “contrata” cão terapeuta
Clínica Mayo até lançou livro infantil inspirado na atuação do animal. Jack, cão de estimação de uma funcionária, visita 8 a10 pacientes por dia.
Do G1, em São Paulo
Jack, terapeuta que atende na Clínica Mayo, nos EUA (Foto: Clínica Mayo / divulgação)
Jack não é formado em medicina nem pode ser qualificado como enfermeiro. Mas dá expediente todos os dias em um dos centros médicos mais importantes dos Estados Unidos, ainda que tenha apenas 9 anos de idade.
Além da tenra idade e da falta de formação profissional específica, ocorre que Jack é um cachorro. O pinscher integra a equipe de tratamento da Clínica Mayo, ajudando os pacientes em atividades físicas, reabilitação e terapia da fala. Bicho de estimação de Márcia Fritzmeier, funcionária da clínica, Jack visita de 8 a 10 pacientes diariamente.
Livro inspirado no trabalho de Jack tem prefácio redigido por Laura Bush, ex-primeira dama dos EUA (crédito: Clínica Mayo / divulgação)
“Por que utilizamos um animal na terapia de pacientes da Clínica Mayo? Porque funciona!”, diz Brent Bauer, do departamento de medicina complementar e integrativa da Mayo. “Quase todos os pacientes se sentem melhor depois de uma visita de um cachorro como Jack. Mais que isso, estudos científicos têm comprovado que esse tipo de terapia pode reduzir a dor em crianças, ajudar a alcançar melhores resultados no tratamento de adultos hospitalizados com insuficiência cardíaca e reduzir o uso de medicamentos em pacientes idosos.”
Com base nessas constatações, Edward Creagan, do departamento de oncologia da instituição, elaborou a pesquisa “Dimensão da Cura por Animais de Estimação”. O trabalho, um ensaio acadêmico, virou a base para uma espécie de homenagem a Jack: o “primeiro animal em serviço na Mayo”, como é qualificado pela instituição, inspirou um livro infantil, “Dr. Jack”. Barbara Bush, ex-primeira dama dos EUA e uma das curadoras da clínica, escreveu o prefácio.
Fonte: G1 http://migre.me/5CMz7
Ciência comprova poder terapêutico de gatos
Poder terapêutico dos gatos: O ronronar dos gatos acalma, transmite sensações de paz e tranquilidade, aliviam o estresse e diminuem a pressão arterial.
Perseguidos em diferentes épocas e vítimas históricas de preconceito, os gatos estão ganhando destaque por meio de um papel inesperado: o de terapeutas. Em seu recém-lançado livro “La Ronron Thérapie”, a jornalista francesa Véronique Aïache explica, devidamente ancorada por trabalhos científicos, como o convívio com um bichano pode melhorar a vida das pessoas.
Ela relata, por exemplo, pesquisas como a do veterinário francês Jean-Yves Gauchet, que testou o poder do “ronronar” – o som emanado pelos gatos quando estão em repouso – em 250 voluntários, submetidos a uma gravação de 30 minutos do ruído de Rouky, o gato do veterinário. Ao fim do estudo, os participantes declararam sentir mais bem-estar, serenidade e uma facilidade maior para dormir.
O poder tranquilizante dos felinos foi o porto seguro da gerente comercial Cris Sakuraba, 46 anos. “Não desmerecendo o medicamento, mas minha gatinha mudou minha vida”, diz. Cris sofria de ansiedade, stress, depressão e agorafobia (medo de espaços abertos ou aglomerações), doenças que estavam minando sua qualidade de vida.“Agora estou 95% curada dos problemas.” A gatoterapeuta Marisa Paes afirma que é capaz de fazer até quem não gosta dos bichanos se beneficiar da presença deles. “Mesmo quem tem medo de gato me procura. Comigo como mediadora, a pessoa vai se desbloqueando”, afirma.
Os tratamentos terapêuticos envolvendo animais começaram a ser desenvolvidos no Brasil no começo da década de 50, pela psiquiatra Nise da Silveira. O tratamento foi uma alternativa com resultados palpáveis às terapêuticas agressivas, como lobotomia e eletrochoque. “Com o gato ronronando no colo, por exemplo, a pessoa desacelera, pois ocorre a mudança de frequência das ondas cerebrais do estado de alerta para o relaxamento”, diz Hannelore Fuchs, doutora em psicologia e especialista na relação do ser humano com o animal. Faz sentido. A frequência do ronrom é entre 25 e 50 hertz, a mesma utilizadas na medicina esportiva para acelerar cicatrizações e recuperar lesões.
Psiquiatra Nise da Silveira com seu gato Carlinhos
No ano passado, a gigante de tecnologia Apple lançou em parceria com o veterinário Gauchet um aplicativo para iPhone que usa o ronrom para amenizar os efeitos que a diferença de fuso horário em viagens. Um estudo de 2008 da Universidade de Minesota, nos Estados Unidos, mostrou que um bichano em casa reduz em até 30% o risco de ataque cardíaco, por ajudar a relaxar e aliviar o estresse.
E então, está esperando o que para acariciar seu bichano?
Fontes: Cursos Zooterapia/Alagoas 24 horas/Terra/Istoé
continuar lendoCachorro que vive em colégio britânico ajuda a controlar mau comportamento dos alunos
Oscar é um labrador chocolate extremamente amável e carinhoso. Nada incomun até aí. O que o torna realmente diferente de outros cães é que ele vive em um colégio britânico. Os professores e diretores do Cantell Maths and Computing College acolheram Oscar com intuito de melhorar o comportamento dos alunos. Em um mês na nova casa, Oscar já havia reduzido em 40% o mau comportamento dos alunos.
O coordenador do colégio Des Anderson disse: “Ele é o melhor parceiro das crianças. Algumas vezes os alunos chegam nervosos e Oscar os acalma, é muito difícil ficar bravo com um labrador. Isso significa que podemos trabalhar o aluno no mesmo dia, em vez de esperar que ele esteja mais calmo no dia seguinte. Em vez de uma abordagem punitiva, conversamos com o aluno para tentar mostrá-lo o que fez de errado.”
Oscar passa o tempo todo com os alunos, por livre e espontânea vontade. Ele se senta aos seus pés para receber agrados ou ouvir histórias. “Oscar é muito divertido e muito fofo. Eu amo ele! Sempre que estou triste ele vem me alegrar”, conta Matthew Manning, de doze anos.
Créditos: Giovanna Chinellato (Redação ANDAnews)
Fonte: http://migre.me/50imj
continuar lendoAnimais contribuem para a qualidade de vida dos idosos
Quando o idoso, dentro de suas capacidades, fica responsável por um animal de estimação costuma ser incentivado a práticas de algumas atividades, como por exemplo, fornecer água e alimento para o animal, escovação, brincadeiras, cuidar de sua saúde, higiene e inclusive levá-lo para passeios e pequenas caminhadas. Estes passeios podem ser uma importante abertura para um contato social casual, e interações com outras pessoas que também gostam de animais. Esta interação, que ocorre de maneira muito natural, é extremamente benéfica.
O fato de ser o “responsável” pelo animal também faz com que o idoso se sinta importante e útil, sendo estes sentimentos extremamente valiosos para sua auto estima.
Os animais também são excelentes companheiros e amigos. Esta companhia e afetividade ímpar dos animais podem auxiliar em períodos difíceis como por exemplo, dias de solidão, saída dos filhos de casa, depressão, traumas e até mesmo durante o luto.
Algumas atividades ou terapias para idosos, desde que haja afinidade, também podem contar com a participação de animais. Muitos trabalhos relatam que a presença dos animais, durante uma sessão ou tratamento, pode facilitar o trabalho dos profissionais. Além de facilitar a comunicação entre o profissional e o assistido, a presença dos animais estimula a participação do idoso, torna as sessões mais agradáveis e os exercícios e atividades menos difíceis. Os profissionais, dentro de uma equipe multidisciplinar, envolvem os animais no planejamento das sessões, explorando a afinidade com os animais, sua área de conhecimento e principalmente muita criatividade para alcançar o objetivo proposto.
Não pode-se generalizar, mas algumas instituições para idosos possuem algumas características em comum, como por exemplo: rotina rígida, visitas programadas (dias ou horários pré estabelecidos); horários fixos de café da manhã, almoço ou jantar; horários para tomar banho, dormir ou acordar; pouca ou nenhuma atividade, seja ela física, intelectual ou social. Baixos níveis de atividades físicas e de contato social podem ser fatores de risco para sintomas depressivos.
A introdução de animais em lares para idosos pode ser uma importante forma de quebrar esta rotina, alegrar o ambiente, proporcionar boas expectativas, como por exemplo, aguardar a próxima visita.
Desde que dentro de um contexto, e de forma orientada, esta introdução pode ser muito benéfica para que os idosos se sintam mais estimulados, cultivem sentimentos de afetividade, responsabilidade e cooperativismo.
A presença de animais também pode ser benéfica por desviar a atenção de problemas pessoais e de saúde, ser um assunto agradável e em comum, amenizando o sofrimento, a solidão, distraindo o idoso e proporcionando momentos alegres, e sentimentos de afetividade, compaixão e bem estar.
Fonte:
SILVA, M. R. Estudos sobre os benefícios da interação ética entre homens e animais. Cursos Zooterapia <http://www.cursoszooterapia.com.br>
Fotos:
Arquivo Pessoal. Homenagem ao meu avô paterno, João Ribeiro da Silva, de 86 anos, que assim como meu avô materno, José Liberali Sobrinho, me ensinou desde a infância o significado de “AMOR, CARINHO E RESPEITO AOS ANIMAIS”.
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Venha estudar com a Cursos Zooterapia!
Como os animais podem auxiliar pessoas com depressão?
É comum ouvirmos de pessoas com depressão relatos sobre o modo como se sentiram forçadas a levantar da cama para alimentar seu animal de estimação, dar-lhe água ou até mesmo levá-lo para passear.
A princípio, estas pessoas acreditam que estão fazendo isso apenas em prol do seu animal. Porém, o que ocorre é um importante estímulo proporcionado através das necessidades do bichano.
Quando uma pessoa se encontra em depressão é mais fácil fazer algo por alguém querido do que por ela mesma. Neste caso, o fazer algo é ainda mais facilitado, primeiramente pela dependência direta que o animal possui e depois por se tratar de um verdadeiro companheiro, que encontra-se ao nosso lado todo tempo, independente do nosso estado de humor, aparência e principalmente, que nos aceita como somos, não faz julgamentos, críticas ou cobranças.
Estes cuidados para com o animal também pode fazer com que a pessoa sinta-se realmente importante e útil, elevando sua auto estima.
E ainda, associado a estes cuidados importantes a saúde e bem estar do animal, estará a atividade física de seu tutor, e o contato social casual, através da interação facilitada com outras pessoas que também possuem afinidades com animais.
Os animais são verdadeiros companheiros, amigos para todas as horas, simbolizam aceitação. Eles afastam a solidão e é uma importante fonte de inspiração para música, arte, exercícios e diferentes atividades. Proporcionam sorrisos e encantamento, transmitem sensações de bem estar e tranquilidade, estimulam a liberação de importantes hormônios e neurotransmissores, envolvidos no processo de cura da tristeza e da depressão.
Cada vez mais, estudos científicos descrevem importantes mudanças fisiológicas e psicológicas obtidas através do contato com os animais de estimação.
Como citar este texto:
SILVA, M.R. Estudos sobre os benefícios da interação ética entre homens e animais. Cursos Zooterapia. http://www.cursoszooterapia.com.br
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