Cão que seria eutanasiado em abrigo é adotado e se torna grande companheiro de garotinho doente
Por Patrícia Tai (da Redação – ANDA news)
Qualquer pessoa que adota um cão ou gato de um abrigo pode perceber que há algo em comum a todo animal resgatado: ele recebeu uma segunda chance de vida. Este é certamente o caso de Juno, uma cadela da raça Belgian Malinois que foi resgatada de um abrigo poucos dias antes de ser eutanasiada. Mas desde que foi viver com sua nova família em Alcoa, Tennessee, EUA, Juno também assumiu o papel de salvadora do garoto Lucas Hembree, de 4 anos de idade. As informações são do site Global Animal.
Lucas sofre da “Síndrome de Sanfilippo”, uma doença hereditária que ataca o metabolismo e é causada pela ausência ou mau funcionamento de uma enzima necessária para quebrar as moléculas de glicose. Conforme a doença avança, as crianças perdem a capacidade de falar, andar e comer. A doença também causa sérios danos neurológicos que levam a comportamento agressivo, hiperatividade e convulsões.
“A pior notícia que os pais podem ouvir quando aprendem sobre esta doença é que ela não tem cura ou tratamento”, disse Chester, pai de Lucas.
A menos que algo extraordinário aconteça, Lucas tem uma expectativa de viver até os 15 anos e talvez em estado vegetativo a partir de quando atingir os 8 anos de idade. Percebendo que cada momento é extremamente precioso, Chester e sua esposa Jennifer querem proporcionar ao filho o máximo de boas experiências que ele possa vivenciar enquanto tem a capacidade de aproveitá-las.
Oração e Persistência
Quando a doença começou a atingir as articulações de Lucas, Chester pensou em procurar um cão para ajudar quando Lucas caminhasse. “Ouvi dizer que não seria bom para Lucas contar com o apoio de um cão devido ao seu processo de deterioração de habilidades e ao seu comportamento”, disse Chester. “Eu me recusei a aceitar essa afirmação”.
Uma combinação de oração e persistência levaram Chester a Juno. “Me deparei com um anúncio sobre ela em um site de resgate de cães”, disse ele, “e tive uma sensação no estômago de que eu deveria ver este cão”.
A família inteira fez uma viagem de duas horas para encontrar Juno, que estava sendo mantida em um abrigo no leste de Tennessee. “Ela estava magra, e poucos dias depois seria eutanasiada”, segundo Chester. “Ela tinha sido entregue ao abrigo, por seus tutores, que a rejeitaram devido à sua raça”.
Felizmente, Chester a aceitou.
Chester testou se Juno teria um comportamento amigável para com Lucas e, ao colocá-la próxima do menino, disse que os dois ficaram amigos imediatamente, como almas gêmeas.
Os Hembrees levaram Juno para casa e passaram a tratá-la com amor e carinho.
Logo no início, perceberam algo instintivo em seu comportamento. Um dia, Chester percebeu que Juno andava em círculos ao redor de Lucas enquanto ele estava em sua cadeira de rodas. “Ela estava gemendo e empurrando-o com o focinho”, conforme conta Chester, que foi checar os níveis de oxigênio e percebeu que estavam muito baixos. Após aumentar a carga de oxigênio de Lucas, ele voltou ao normal e Juno comportou-se como se estivesse agradecendo, com gestos de afeto.
“Foi quando notei que ela tem habilidade para captar as alterações neurológicas de Lucas”, diz Chester. “Agora ela nos alerta quando Lucas está para ter uma convulsão ou quando seus níveis de oxigênio estão baixos. Ela salvou a vida dele várias vezes”.
Juno tornou-se literalmente um ombro para Lucas se apoiar ao andar, e uma influência tranqüilizadora quando ele está agitado. E quando precisa afastar Juno de Lucas por alguns momentos para algum procedimento, Chester diz que tem dificuldade: “Você não vê um sem o outro por perto”, diz ele. “Realmente parece que é assim que tinha que ser”.
Fonte: http://www.anda.jor.br
continuar lendoCãozinho americano busca telefone e salva vida de sua tutora
Se você ainda pensa que cachorro é irracional e sem sentimentos, está na hora de mudar seus conceitos. Especialmente depois de conhecer Danny, um schnauzer miniatura que salvou a vida de sua tutora.
Bethe Bennett, moradora de Glendale, no Arizona (EUA), levou um tombo feio na cozinha, fraturou o fêmur e desmaiou.
Se não fosse a eficiência de Danny, ela, provavelmente ainda estaria no chão.
“Ninguém iria me visitar nos próximos dias”, contou Bethe, da cama do hospital.
Danny começou a lamber o rosto de sua tutora até que ela acordar. Quando Bethe percebeu o que tinha acontecido, pediu para seu cãozinho ir buscar o telefone.
“Ele demorou alguns minutos. Ía de um lado para o oturo. Mas, conseguiu se lembrar o treinamento que fez há alguns anos”, disse Bethe, que, com o telefone em mãos, ligou para o serviço de emergência e foi salva.
Agora, ela pretende escrever um livro contando as peripécias de seu cão Danny.
Fonte: Uol Notícias
continuar lendoProjeto Pêlo Próximo abre inscrições para novos cães terapeutas no RJ
Fonte: http://animaisos.org/?n=4294#.TyiM-yP5KEQ.facebook
continuar lendoVacas como co-terapeutas: animais de fazenda como auxiliar em terapias
Animais de fazenda, como vacas, utilizados como auxiliares em tratamento de crianças internadas
Um estudo publicado por Gerald P. Mallon no Child and Adolescent Social Work Journal, relatou os benéficos resultados da introdução de animais de fazenda junto a crianças internadas para realização de longos tratamentos de saúde.
Utilizando abordagens metodológicas variadas, o estudo exploratório investigou as experiências destas crianças que tiveram a introdução de animais de fazenda, em especial, vacas como uma das abordagens para o tratamento.
Os resultados indicaram que as crianças receberam muito bem os animais e os utilizaram como seria se utilizassem os serviços de um terapeuta. Elas conversavam com os animais, sem medo de que algo dito pudesse ser repetido. As crianças visitavam os animais para se sentirem melhor e, principalmente quando sentiam-se tristes ou com raiva. Além disso, foi um rico aprendizado, pois aprenderam, entre outras coisas, sobre a nutrição e cuidados de outros seres vivos.
O artigo destacou uma abordagem inovadora e positiva para tratamento e, a continuidade da mesma, sendo esta totalmente explorada pelos profissionais de saúde, visando principalmente, o bem-estar infantil.
Ter um gato em casa também faz bem ao coração
Pessoas que têm um felino em casa têm até 30% menos risco de ataques cardíacos.
Cientistas acreditam que o mesmo pode ser verdade para os donos de cachorros.
Do G1, em São Paulo
Um estudo feito por pesquisadores americanos revela: um gatinho pode salvar sua vida. Segundo a pesquisa, ter um gato como animal de estimação reduz em 30% o risco de você ter um ataque cardíaco.
Os pesquisadores da Universidade de Minnesota em Minneapolis acreditam que ter um felino em casa é relaxante e alivia o estresse -– um dos principais fatores de risco dos problemas cardiovasculares.
Os cientistas acreditam que, apesar de seus resultados não mostrarem o mesmo efeito entre donos de cachorros, eles também devem colaborar para a saúde. Eles afirmam que provavelmente havia menos pessoas com cães do que com gatos entre os participantes do estudo, por razões estatísticas.
Trabalhos anteriores já tinham indicado que passar apenas 12 minutos com um cão melhorava a função cardíaca e pulmonar de pessoas com problemas no coração.
Os resultados foram apresentados durante a Conferência Internacional sobre Infarto da Associação Americana de Infarto, em Nova Orleans. Ao todo, 4.435 americanos, com idades entre 30 e 75 anos, foram acompanhados. Segundo os dados, 2.435 eram donos de gatos, ou tinham tido um felino no passado.
Fonte: G1 – Ciência e Saúde
Cães podem compartilhar de emoções humanas, diz pesquisa
Uma pesquisa conduzida pelo Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, de Portugal, afirmou que os cães são capazes de ter empatia com os humanos a ponto de compartilhar as mesmas emoções de seus tutores.
O estudo ainda diz que essa empatia vai além de uma simples cópia do comportamento humano.
Os animais de estimação, principalmente os cães, podem ficar “aborrecidos” como crianças quando expostos a situações familiares de conflito, ou ainda sentir pena de seus tutores, diz o estudo.
Mesmo os animais não treinados têm a habilidade de esboçar alguma reação em situações reais de emergência.
Além disso, a seleção feita pela domesticação pode ter escolhido cães mais inteligentes e mais sincronizados com os sentimentos humanos.
Fonte: Folha Uol
continuar lendoCães entendem humanos como se fossem bebês, diz estudo
Pesquisadores da Hungria dizem que compreensão de cão é equivalente a de bebês de seis meses a um ano de idade.
DO “NEW YORK TIMES”
Muitas pessoas conversam com seus cachorros como se estivessem se dirigindo a seus filhos. Agora, um novo estudo relata que esses animais têm uma compreensão de uma criança de seis meses a um ano de idade, sendo capazes de compreender a comunicação humana e interpretar intenções de forma correta.
Pesquisadores da Hungria, que publicaram o estudo na revista “Current Biology”, mostraram dois vídeos a um grupo de cães.
No primeiro, uma mulher diz “olá, cão”, enquanto olha diretamente para a câmera. A mulher então se vira em direção a um contêiner, e o cão segue seu olhar.
No entanto, quando a mulher olha para baixo, e não para a câmera, e pronuncia a mesma frase, o cão não segue seu olhar subsequente.
Para os estudiosos, os cães captam a diferença sutil no comportamento da mulher nas duas situações, diz Adam Miklosi, biólogo comportamental da Universidade Eotvos Lorand de Budapeste, na Hungria, e um dos autores da pesquisa.
O estudo mostra que os cães são capazes de “ler” o comportamento humano, acredita o pesquisador, como os humanos em sua primeira infância.
“Os cães são funcionalmente similares a um bebê”, compara Miklosi. “Não saibamos como a mente canina lida com o problema, mas deve ser provavelmente uma maneira diferente do bebê”.
Os cães presumivelmente adquiriram esta habilidade após gerações de domesticação. “Estar numa família humana confere aos cães a habilidade de interagir de forma humana”, diz Miklosi.
Fonte: Folha.com
continuar lendoConheça Lucy, a menor cachorrinha co-terapeuta do mundo
Lucy, de três anos, trabalha como terapeuta canina nos EUA.
Ela concorreu com um cão policial de 3 quilos em competição e entrou para o Guinness como menor animal trabalhador.
Da AP
A cachorrinha Lucy ganhou o prêmio do Livro Guinness de Recordes na categoria “menor cão que trabalha”.
O prêmio foi entregue em Smithville, no estado americano de Nova Jersey, onde a pequena Lucy trabalha como cão-terapeuta.
A mini Yorkshire Terrier tem três anos, 14,5 cm de altura e cerca de 1,4 quilo. Na competição, ela concorria com um cão policial japonês de 3 quilos.
Lucy trabalha no Leashes of Love, um programa que leva cães terapeutas para visitar hospitais, asilos e escolas de deficientes.
Ela mora com Sally Leone Montufar na cidade de Absecon.
Fonte: G1
continuar lendoLivro “Alternativas ao uso de animais vivos na educação”
O livro “Alternativas ao uso de animais vivos na educação” do autor Sérgio Greif, esgotado para venda, está disponível para download gratuito no site do Instituto Nina Rosa.
Sinopse:
“Trata da humanização do ensino da área da saúde através da substituição do uso de animais vivos (vivissecção) na educação por métodos alternativos (modelos, vídeos, softwares) que demonstram ser tão ou mais eficazes do que o uso tradicional de animais em laboratório.”
Link para download:
http://www.institutoninarosa.org.br/central/alternativas
continuar lendoTERAPIA MÚTUA: Um relax bom pra cachorro
Terapia com o carinho de crianças especiais e idosos acaba com o estresse do cães da PM
Por Roberta Trindade
Rio – A vida de cachorro na Polícia Militar não é fácil. Para acabar com o estresse dos cães que participam de operações policiais, um dos melhores remédios tem sido a terapia feita com crianças especiais e idosos. Até bem pouco tempo, os bons resultados eram considerados apenas nas pessoas, que passam a apresentar melhoras nos quadros de ansiedade, estresse, hipertensão, autoestima, comunicação e sensibilidade ao toque.
“A terapia é boa para os cães também. Eles gostam de ser abraçados e acariciados. São cães que também têm um trabalho estressante e aqui relaxam no contato com as crianças”, explica o sargento Adilson da Silva Franco, adestrador do canil do 7º BPM (São Gonçalo) no abrigo público Centro Integrado da Criança e do Adolescente Portador de Deficiência Professor Almir Madeira, da Fundação para a Infância e Adolescência, em Niterói.
Muitos policiais admitem que até eles mesmo esquecem dos problemas quando levam os cães para a terapia.
Responsável pela equipe de cinoterapia (tratamento com ajuda de cachorros), a capitão Danielle Suzye Pereira, do recém-criado Batalhão de Ações com Cães, antiga Companhia Independente de Polícia Militar de Cães, explica que os cachorros atualmente são escolhidos para fazer a terapia de acordo com o seu temperamento. Não são todos que participam.
O subcomandante do BAC, major Vitor Valle, explicou que, com a criação do batalhão, está havendo uma mudança no projeto para melhorar a qualidade e ampliar o serviço, para que mais pessoas tenham acesso.
Treinamento começa aos 10 dias de vida
Os resultados têm sido tão satisfatórios que agora, aos 10 dias de vida, os animais já estão começando a ser treinados para o contato nas instituições, o que deverá melhorar o resultado da terapia para ambas as partes.
Atualmente com 4 meses, os labradores Nina e Marley estão sendo treinados especialmente para fazer parte da equipe adestrada.
Considerado um dos principais amigos dos cães, Jorge Ibrahim, 42 anos, morador do bairro de Olaria, na Zona Norte do Rio, foi um dos primeiros assistidos pelo projeto dos Cães Terapeutas, quando os animais ainda não recebiam treinamento específico para o serviço. Para ele, o treinamento especial só tende a aprimorar a terapia.
Fonte: http://migre.me/criar-url/
continuar lendoNa companhia de animais, a cura para humanos
Rancho americano cura e reabilita animais de fazenda maltratados e convida visitantes com deficiências emocionais e físicas a interagir com eles
Sophie é uma cabra cujo gosto literário está mais voltado para best-sellers famosos, segundo Solana Mejia-Schnaufer, que lê trechos da obra em voz alta para ela várias vezes por semana. “Sei que ela gosta de Jogos Vorazes porque não tentou comer o livro. Não posso dizer o mesmo de Libertação Animal.”
Solana, de 21 anos, e Sophie se conheceram no Gentle Barn, um rancho de 20.000 metros quadrados em Santa Clarita, na Califórnia. O local cura e reabilita animais de fazenda maltratados e convida visitantes com deficiências emocionais e físicas a interagir com eles. A interação com Sophie “mudou a minha vida”, diz Solana, cuja batalha contra a depressão e os transtornos alimentares a levou a uma tentativa de suicídio este ano. Ela atribui a Sophie, que foi resgatada de um mini zoológico onde era maltratada, o sucesso de sua recuperação.
“Antes de visitar o Gentle Barn, nada me dava a esperança de que valia a pena viver”, ela diz. “Mas quando conheci Sophie, vi que ela tinha a calma mais incrível e a energia mais aberta do mundo. Houve uma troca de amor entre nós da qual eu estava precisando.”
Hoje, Solana trabalha como voluntária no Gentle Barn, além de ter se tornado a “pessoa especial” de Sophie, visitando-a pelo menos duas vezes por semana para compartilhar seu companheirismo e um bom livro. “Sophie é como um totem que carrego comigo o tempo todo”, ela diz. “Saber que posso visitá-la me manteve viva.”
Segundo sua fundadora, Ellie Weiner, o Gentle Barn é a concretização de um sonho de infância: “Eu era uma daquelas crianças que levam animais perdidos e machucados para casa. Meus pais não gostavam muito.” Ela diz que foi o seu amor por animais que a ajudou a atravessar a infância enquanto era vítima de violência doméstica. “Os animais me salvaram e me curaram. Se eles puderam fazer isso por mim, podem fazer por outros também.”
Em 1999, Weiner abriu as portas do rancho para visitantes, e é conhecida por organizar programas para jovens em situação de risco, através de serviços locais para famílias e crianças. No rancho, membros de gangues urbanas, dependentes químicos e jovens vitimas de violência doméstica podem alimentar uma vaca, abraçar um porco, ou simplesmente tentar encontrar um pouco de paz em um cenário rural. Antes dos grupos conhecerem os animais, Weiner, ou seu marido Jay, contam a história de abuso e superação de cada um deles.
Segundo Jamie Lynn Cantor, administradora de serviços para a infância do Departamento de Serviços Para a Infância e a Família, no nordeste de Los Angeles County, isso é muito importante para se ganhar a confiança de crianças problemáticas. “Elas ouvem as histórias desses animais que, após terríveis abusos, conseguiram aprender a amar e confiar novamente. E principalmente, aprendem que há esperança para o futuro e que elas poderão ter uma vida cheia de amor e de pessoas para amá-las. Elas voltam a ter esperança.” Cantor tem trazido grupos de crianças em situação de guarda familiar para o Gentle Barn desde 2008. Ela já viu muitos deles formarem laços de amizade com um pônei chamado Bonsai, cuja antiga dona, alcoólatra, costumava agredi-lo violentamente.
“Um número enorme de crianças se identificaram, dizendo ‘Minha mãe também fazia isso’.” Ela afirma ainda que, embora tenha demorado três anos para que Bonsai começasse a confiar nas pessoas novamente, ele hoje é um pônei brincalhão, com um carinho em particular por crianças com necessidades especiais.
“É muito diferente das terapias tradicionais. Não há qualquer tipo de sondagem ou de regras”, diz Cantor, que lembra de um jovem que ficou amigo de um enorme porco chamado Biscuit. “O garoto havia sofrido abuso sexual e era muito retraído. Assim que ele viu o porco, começou a se abrir um pouco mais. Ele ficou deitado ao lado de Biscuit por duas horas, abraçando e falando com ele. O pobre garoto teve uma experiência de cura e saiu daqui sorrindo.”
Cantor está compilando informações para um pesquisa que se chama “Curando Jovens Através dos Animais”. Ela afirma que, até agora, os resultados de uma visita ao Gentle Barn “oferecem melhorias significativas na felicidade e autoestima do jovem, além de reduzir os níveis de raiva, ansiedade, desesperança, depressão e solidão”.
Don McCollister é diretor de relações comunitárias da Pacific Lodge Youth Services, em Woodland Hills, Califórnia, instituição sem fins lucrativos que oferece tratamento a adolescentes do sexo masculino em liberdade vigiada. A maioria dos moradores é de membros de gangues “à beira de uma importante decisão na vida”, diz McCollister. “Se eles não mudarem alguns pontos cruciais, poderão acabar passando a vida na cadeia.”
Ele afirma ainda que, já que os garotos entram para as gangues muito jovens, sua organização é obrigada a lidar com anos de condicionamento negativo. Ele leva grupos ao Gentle Barn duas vezes por mês, como parte da programação de atividades. “Temos entre seis e nove meses para fazer com que algo positivo aconteça dentro deles. O Gentle Barn é um ótimo catalisador para isso.”
Segundo McCollister, durante uma visita, havia um membro de gangue “muito durão e muito agressivo” que ficou em silêncio ao ouvir a história de um cavalo que havia sido espancado repetidas vezes. Mais tarde, descobriu-se que, na infância, o pai do rapaz havia lhe quebrado os braços várias vezes. “O jovem foi visto depois nos fundos do estábulo, chorando e acariciando gentilmente a cabeça do cavalo, repetindo várias vezes: ‘Ninguém vai te machucar agora’.” McCollister afirma que uma visita ao Gentle Barn tem o poder de “deslumbrar um jovem, mostrar a ele compaixão e empatia e, principalmente, convencê-lo de que sua história não acabou. Ele ainda pode mudar e viver uma vida feliz e significativa”.
Segundo Weiner, manter o Gentle Barn custa 50.000 dólares por mês. O financiamento vem de doações individuais, através do website, de doações familiares, de apoios corporativos e de fundações. Entre os principais doadores, estão Ellen DeGeneres, Toyota, CBS, William Morris Endeavor e Princess Cruises.
Fonte: VEJA – http://migre.me/696cb
continuar lendoReceber uma lambida ou dormir com cães pode ser seguro
Estudo demonstra que levar uma lambida do cachorro ou dividir a cama com ele não oferece tanto risco à saúde como se pensa
Uma pesquisa realizada pela veterinária kate Stenske, da Kansas State University, mostrou que o contato próximo entre cães e os seus donos não traz riscos para a saúde humana. Segundo a pesquisadora, dormir ao lado do cão de estimação ou levar uma lambida no rosto não causa doenças.
O estudo de Kate, que será publicado na próxima edição do American Journal of Veterinary Research, analisou os riscos relacionados à bactéria Escherichia coli, causadora de problemas comuns como infecções intestinais. Para isso, a veterinária coletou amostras de fezes de cães e de seus proprietários.
A pesquisa demonstrou que, na maioria dos casos, o micro-organismo encontrado nos seres humanos é mais resistente – e, por isso, mais perigoso à saúde – do que o encontrado entre os cães. Em 10% dos casos, cães e seus proprietários compartilhavam o mesmo tipo da bactéria E. coli. Isso quer dizer que, na maior parte das vezes, os humanos são mais perigosos para os cães – ao transmitir uma bactéria mais resistente – do que o contrário. Apesar disso, Kate recomenda sempre ter bom senso na prática da higiene pessoal: “é fundamental lavar bem as mãos antes de preparar alguma refeição ou de brincar com seu cachorro, por exemplo”
A veterinária afirma ainda que o interesse pelo tema nasceu em função da relação quase paternal que os donos desenvolvem com seus cachorros de estimação. “Há estudos que mostram que 84% das pessoas dizem o cão é como um filho para eles”, diz. Para Kate, a conclusão de seu estudo traz vantagens físicas e psicológicas para cães e proprietários, uma vez que libera os carinhos entre eles.
O próximo passo, segundo Kate, é analisar a relação da E. coli em gatos e seus proprietários. Segundo a veterinária, o estudo pode trazer novidades sobre o tema, já que a relação entre felinos e humanos é diferente da nossa relação com os cães.
Fonte: http://migre.me/65WF1
Pesquisadora faz mestrado sobre mania de fotos de gatos na internet
Kate Miltner, 29, estudou em Londres o fenômeno dos ‘LOLCats’. Segundo ela, pessoas trocam textos por fotos de gatos para se expressar.
Amanda Demetrio – G1
As fotos de gatinhos fofos e engraçados que se espalham pela internet como um vírus não são apenas fotos. Ao menos para a pesquisadora Kate Miltner, 29, elas têm um significado muito maior. “As pessoas usam as fotos engraçadas dos gatos para expressar emoções e se conectar com outras pessoas”, diz.
Miltner fez um curso de mestrado estudando os “LOLCats” na London School of Economics and Political Science, no Reino Unido. Os LOLCats são as categorias de fotos de gatinhos associadas a um pequeno texto com a intenção de tornar a montagem engraçada. “Para um monte de fotos de gatos, existe muita coisa acontecendo nessa área”, conta.
A pesquisadora diz que montou um grupo de estudos para saber a reação das pessoas às fotos engraçadas de gatos. “Muitas pessoas disseram que enviam os LOLCats para seus amigos e familiares ao invés de usar texto para expressar seus sentimentos”, conta.
Entre os exemplos do uso dos gatinhos para expressar sentimentos, ela fala do caso de um pedido de casamento que foi feito por meio das combinações de fotos. O namorado, sabendo do gosto de sua futura mulher pelos gatinhos engraçados, montou uma imagem mostrando um gato, perguntando se ela se casaria com ele. A resposta foi sim.
“Se você pensar sobre isso, usar os LOLCats para pedir sua namorada em casamento não é mais estranho do que fazer isso em uma partida de futebol, se ela gosta do esporte”, diz a pesquisadora. “Pessoalmente, eu acho que se você analisar os elementos culturais que amamos até seus fundamentos, eles parecem estranhos. Futebol, por exemplo, é o ato de jogar uma bola na rede”, defende.
Outra conclusão a qual chegou em seu estudo é de que as fotos dos gatos permitem que nós possamos rir de nós mesmos. “Nós atribuímos os nossos pontos fracos aos gatos nas fotos e, pelo fato de serem gatos fazendo aquilo e não humanos, conseguimos rir com maior facilidade.”
Em sua tese, Miltner defende que os LOLCats são um gênero de mídia –assim como um poema ou uma tirinha de histórias em quadrinhos. “Como qualquer outro gênero, as pessoas usam o formato do LOLCats para explorar a condição humana”, explica. “E isso é a razão pela qual, em grande parte, os LOLCats continuam relevantes após anos.”
Ela assume que as fotos engraçadas não parecem ter muito em comum com as mídias tradicionais. “Mas as pessoas se envolvem com os LOLCats pelas mesmas razões pelas quais elas assistem à uma série de TV ou lêem um livro. Elas fazem isso, por exemplo, para rir ou quando estão entediadas”, completa.
Miltner lembra que teve vontade de começar a estudar os LOLCats por causa de sua fascinação pela cultura da internet. “Decidi escolher os LOLCats por eles serem um dos primeiros memes que se tornaram mainstream. Eu queria saber o que havia ali que tornava aquilo tão popular”, conta.
A pesquisadora, que trabalha com estretégias em midias digitais, conta que começou a se interessar pela internet aos 12 e, aos 14, pediu que a mãe lhe desse uma assinatura da AOL. “Pra ser honesta, eu não estudei os LOLCats para ajudar no meu emprego. Eu fiz isso porque queria fazer alguma contribuição para os estudos de mídia.”
O interesse dos usuários de internet pelas fotos com gatinhos começou a crescer em 2006, segundo levantamento do Google Insights for Search. As fotos contribuíram para a criação da rede de sites de humor Cheezburger Network, que hoje tem mais de 16,5 milhões de usuários mensais.
Fonte: G1 / Conexão Pet
continuar lendoCão ajuda vítima de estupro a testemunhar em tribunal de Nova York
Apoio de cachorros a testemunhas cria debate no meio jurídico sobre permissão a esse tipo de ajuda em Estados americanos
Por William Glaberson – The New York Times
Rosie, o primeiro cão de tribunal aprovado judicialmente em Nova York, estava no banco das testemunhas ao lado de uma menina de 15 anos que testemunhava que seu pai a havia estuprada e engravidado. Rosie estava aos pés da adolescente. Nos piores momentos, ele inclinava-se sobre a jovem.
Quando o julgamento terminou em junho, com a condenação do pai, a adolescente estava “muito grata a Rosie, principalmente”, disse David A. Crenshaw, um psicólogo que trabalha com a adolescente. “Ela abraçava Rosie sem parar”.
Agora um apelo planejado pelos advogados de defesa quer colocar a Rosie no centro de um debate jurídico que irá testar se haverá cachorros como ela em salas de audiência em Nova York e, possivelmente, outros Estados americanos.
Rosie é uma cachorra de terapia da raça golden retriever que se especializa em dar conforto a pessoas que passam por momentos de forte estresse. Ambos os procuradores e advogados de defesa a descrevem como um animal adorável, embora ela babe um pouco. O Ministério Público local também ressalta que ela está na vanguarda de uma tendência crescente durante os julgamentos: no Arizona, Havaí, Indiana, Idaho e alguns outros Estados nos últimos anos, os tribunais têm permitido tais cães treinados para oferecer às crianças e outras testemunhas vulneráveis consolo diante do júri.
O novo papel para os cães como facilitadores do testemunho pode gerar problemas jurídicos, no entanto, com os advogados de defesa argumentando que os cães podem influenciar de forma injusta nos jurados com sua graciosidade e empatia natural – não importando se a testemunha está dizendo a verdade ou não. Alguns promotores insistem ainda que os cães de tribunal podem ser um conforto fundamental para que as testemunhas consigam suportar a provação de falar sobre um trauma, especialmente crianças.
Origem
Esse tipo de apoio à testemunha dos cães teve início em 2003 em alguns Estados americanos quando um cachorro chamado Jeeter pode ajudar em um caso de agressão sexual, em Seattle. “Às vezes o cão significa a diferença entre uma condenação e uma absolvição”, disse Ellen O’Neill-Stephens, promotora de Seattle que se tornou ativista pela causa dos cachorros de tribunal.
Cães guia e outros animais têm permisssão para atuar em tribunais. Mas em uma decisão em junho que permitiu que Rosie acompanhasse a vítima de estupro no julgamento, Stephen L. Greller, juiz do condado de Dutchess, disse que a adolescente estava traumatizada e o réu, Victor Tohom, parecia ameaçador. Embora não haja precedente no Estado, Greller decidiu que Rosie era semelhante ao urso de pelúcia que um estado de Nova York permitiu acompanhar uma criança testemunha em 1994.
Pelo menos uma vez quando a adolescente hesitou no tribunal de Greller, Rosie levantou e pareceu empurrar a menina delicadamente com o nariz. Tohom foi condenado e sentenciado de 25 anos à prisão perpétua.
Seus defensores públicos, David S. Martin e Steven W. Levine, têm levantado uma série de objeções que podem levar o caso a mais alta corte de Nova York. Eles argumentam que, como um cão de terapia, Rosie responde a pessoas sob estresse, confortando-as, seja o estresse por enfrentar um réu culpado ou por mentir sob juramento.
Mas eles dizem que os jurados tendem a concluir que o cão ajuda as vítimas a expor a verdade. “Toda vez que ela acariciava o cachorro, ela passava uma mensagem inconsciente para o júri de que estava sob estresse porque ela estava dizendo a verdade”, disse Martin. “Eu não tenho como interrogar o cachorro”.
Matthew A. Weishaupt, procurador do condado de Dutchess do caso, argumentou que Rosie e cães como ela não afetam a substância do testemunho sobre crimes horripilantes. “Esses cães aliviam o estresse e aliviam o trauma para uma criança que precisa testemunhar”, disse Weishaupt.
Para Dale e Lu Picard, donos da Rosie, o trabalho no tribunal é uma mudança de carreira depois de anos trabalhando com crianças emocionalmente perturbadas em um centro de apoio. A sua organização, Educated Canines Assisting With Disabilities, treina os cães e os coloca em serviço para realizar tarefas como acender luzes e abrir portas.
Rosie, 11 anos, batizada em homenagem à pioneira dos direitos civis Rosa Parks, foi originalmente ensinada a realizar 80 comandos, incluindo tirar as meias de uma pessoa sem morder os dedos dos pés. Mas ela tem um talento especial com crianças traumatizadas, disse Crenshaw, o psicólogo que já trabalhou ao lado dela com três testemunhas e muitas outras crianças traumatizadas.
“Quando eles começam a falar sobre coisas difíceis, a Rosie percebe e chega mais perto fazendo carinho. Eu vi com meus próprios olhos”, disse Crenshaw.
Fonte: http://migre.me/5ZHIG
continuar lendoAdotar um cão como animal de estimação assemelha-se a ter filhos
Adotar um cão como animal de estimação é semelhante a ter filhos, afirmam cientistas. As experiências emocionais vividas pela companhia dos cachorros são equivalentes às da paternidade, segundo aponta uma pesquisa publicada na última edição da revista Hormones and Behaviour. As informações são do jornal britânico Telegraph
Por Redação Terra
Os pesquisadores descobriram que quando donos de cachorros brincam com os animais, liberam um hormônio ligado à sensação existente no cuidado infantil. Chamado de oxitocina, o hormônio está associado ao sentimento de amor, amizade e paixão, atenuando o estresse e a depressão.
A descoberta foi feita por estudiosos da Universidade de Azuba, no Japão, que recrutaram 55 pessoas. Os voluntários tiveram os níveis de oxitocina da urina analisados 30 minutos após brincarem com seus animais de estimação.
Os cientistas também verificaram a influência do contato visual dos proprietários de cães na liberação do hormônio. Nos testes, metade dos voluntários permaneceu cerca de 20 minutos sem poder olhar diretamente para seus bichos, Em seguida, eles puderam olhar nos olhos dos seus animais.
Após o experimento, os cientistas constataram que o nível de oxitocina dos voluntários havia aumentado em cerca de 20% apenas dois minutos e meio após voltarem a ter contato visual com seus bichinhos.
Com base na avaliação, Takefumi Kikusui – que realizou a pesquisa em parceria com o biólogo Miho Nagasawa -, disse que um aumento no nível do hormônio poderia explicar porque brincar com cães pode melhorar o humor e até mesmo atenuar os sintomas de ansiedade e depressão.
Acredita-se que a oxitocina pode ter desempenhado um papel fundamental na domesticação de cães e lobos, cerca de 15 mil anos atrás. “A razão que me fez essa investigação é porque eu sou um grande amante de cachorros e senti que algo muda no meu corpo quando eu estou em contato com meu cão”, afirmou Kikusui.
“Talvez durante o processo evolutivo, seres humanos e cães tenham vivido juntos para compartilhar experiências sociais, tais como o contato visual e gestual. É por isso que cães podem adaptar-se à sociedade humana”, complementou o cientista.
Um estudo anterior descobriu que os seres humanos aumentam os níveis de oxitocina ao olharem para fotografias de pessoas queridas com mais freqüência.
Fonte: http://migre.me/5ZH4t
continuar lendo





















