Cão que seria eutanasiado em abrigo é adotado e se torna grande companheiro de garotinho doente
Por Patrícia Tai (da Redação – ANDA news)
Qualquer pessoa que adota um cão ou gato de um abrigo pode perceber que há algo em comum a todo animal resgatado: ele recebeu uma segunda chance de vida. Este é certamente o caso de Juno, uma cadela da raça Belgian Malinois que foi resgatada de um abrigo poucos dias antes de ser eutanasiada. Mas desde que foi viver com sua nova família em Alcoa, Tennessee, EUA, Juno também assumiu o papel de salvadora do garoto Lucas Hembree, de 4 anos de idade. As informações são do site Global Animal.
Lucas sofre da “Síndrome de Sanfilippo”, uma doença hereditária que ataca o metabolismo e é causada pela ausência ou mau funcionamento de uma enzima necessária para quebrar as moléculas de glicose. Conforme a doença avança, as crianças perdem a capacidade de falar, andar e comer. A doença também causa sérios danos neurológicos que levam a comportamento agressivo, hiperatividade e convulsões.
“A pior notícia que os pais podem ouvir quando aprendem sobre esta doença é que ela não tem cura ou tratamento”, disse Chester, pai de Lucas.
A menos que algo extraordinário aconteça, Lucas tem uma expectativa de viver até os 15 anos e talvez em estado vegetativo a partir de quando atingir os 8 anos de idade. Percebendo que cada momento é extremamente precioso, Chester e sua esposa Jennifer querem proporcionar ao filho o máximo de boas experiências que ele possa vivenciar enquanto tem a capacidade de aproveitá-las.
Oração e Persistência
Quando a doença começou a atingir as articulações de Lucas, Chester pensou em procurar um cão para ajudar quando Lucas caminhasse. “Ouvi dizer que não seria bom para Lucas contar com o apoio de um cão devido ao seu processo de deterioração de habilidades e ao seu comportamento”, disse Chester. “Eu me recusei a aceitar essa afirmação”.
Uma combinação de oração e persistência levaram Chester a Juno. “Me deparei com um anúncio sobre ela em um site de resgate de cães”, disse ele, “e tive uma sensação no estômago de que eu deveria ver este cão”.
A família inteira fez uma viagem de duas horas para encontrar Juno, que estava sendo mantida em um abrigo no leste de Tennessee. “Ela estava magra, e poucos dias depois seria eutanasiada”, segundo Chester. “Ela tinha sido entregue ao abrigo, por seus tutores, que a rejeitaram devido à sua raça”.
Felizmente, Chester a aceitou.
Chester testou se Juno teria um comportamento amigável para com Lucas e, ao colocá-la próxima do menino, disse que os dois ficaram amigos imediatamente, como almas gêmeas.
Os Hembrees levaram Juno para casa e passaram a tratá-la com amor e carinho.
Logo no início, perceberam algo instintivo em seu comportamento. Um dia, Chester percebeu que Juno andava em círculos ao redor de Lucas enquanto ele estava em sua cadeira de rodas. “Ela estava gemendo e empurrando-o com o focinho”, conforme conta Chester, que foi checar os níveis de oxigênio e percebeu que estavam muito baixos. Após aumentar a carga de oxigênio de Lucas, ele voltou ao normal e Juno comportou-se como se estivesse agradecendo, com gestos de afeto.
“Foi quando notei que ela tem habilidade para captar as alterações neurológicas de Lucas”, diz Chester. “Agora ela nos alerta quando Lucas está para ter uma convulsão ou quando seus níveis de oxigênio estão baixos. Ela salvou a vida dele várias vezes”.
Juno tornou-se literalmente um ombro para Lucas se apoiar ao andar, e uma influência tranqüilizadora quando ele está agitado. E quando precisa afastar Juno de Lucas por alguns momentos para algum procedimento, Chester diz que tem dificuldade: “Você não vê um sem o outro por perto”, diz ele. “Realmente parece que é assim que tinha que ser”.
Fonte: http://www.anda.jor.br
continuar lendoAposentado é salvo por cão após cair em rio e ficar inconsciente
Margem de rio ruiu e Maurice Holder, 73, caiu de uma altura de 12 metros. Cachorro latiu até atrair atenção de cliente de pub, que chamou ambulância.
Do G1, em São Paulo
Um cão salvou a vida do seu dono, na Inglaterra, após ele despencar na margem de um rio, numa queda de mais de 12 metros de altura, informa o jornal inglês “The Telegraph”.
Maurice Holder, de 73 anos, estava passeando com seu cachorro Monty, um labradoodle (mistura entre labrador e poodle), quando disse ter sentido a terra sob seus pés mexer.
“Estávamos andando ao longo do rio. Eu estava contemplando o rio, com as mãos nos bolsos ouvindo o barulhos das águas quando de repente a terra se moveu”, contou Holder ao jornal.
Com a queda, o inglês ficou inconsciente, enquanto a água ao seu redor começou a subir. Com seis costelas quebradas e um ferimento na cabeça, ele ficou inconsciente 15 minutos, tempo em que o cachorro ficou ao seu lado.
Ao acordar, Holder foi guiado pelo cão de 11 anos até a margem do rio Camel, antes de ir até um pub perto do local e alarmar as pessoas. Monty latiu até chamar a atenção de um dos clientes do bar, que ajudou Holder e chamou uma ambulância.
“Não sei quanto tempo eu fiquei inconsciente, pode ter sido 10 ou 15 minutos. Eu acordei e a água estava chegando ao meu peito e eu sabia que tinha sangue em minha cabeça. Eu olhei ao redor e vi Monty sentado ao meu lado”, disse o inglês, que tem 8 netos.
Diretor de vendas aposentado, Holder acredita que poderia ter ficado horas ou mesmo dia no local se não fosse o cão. “Monty me levou para a terra e eu apenas deitei para recuperar meu fôlego e mandei ele ir atrás de socorro. Ele voltou depois de 15 minutos com o um senhor que me ajudar a voltar para o carro e chamou uma ambulância.”
Ele foi levado para um hospital onde ficou internado por dois dias do ferimento na cabeça e as seis costelas quebradas. “Eu voltei ao local algumas vezes e quando vi a altura de que caí mal pude acreditar”, disse o inglês.
Fonte: G1
continuar lendoCãozinho americano busca telefone e salva vida de sua tutora
Se você ainda pensa que cachorro é irracional e sem sentimentos, está na hora de mudar seus conceitos. Especialmente depois de conhecer Danny, um schnauzer miniatura que salvou a vida de sua tutora.
Bethe Bennett, moradora de Glendale, no Arizona (EUA), levou um tombo feio na cozinha, fraturou o fêmur e desmaiou.
Se não fosse a eficiência de Danny, ela, provavelmente ainda estaria no chão.
“Ninguém iria me visitar nos próximos dias”, contou Bethe, da cama do hospital.
Danny começou a lamber o rosto de sua tutora até que ela acordar. Quando Bethe percebeu o que tinha acontecido, pediu para seu cãozinho ir buscar o telefone.
“Ele demorou alguns minutos. Ía de um lado para o oturo. Mas, conseguiu se lembrar o treinamento que fez há alguns anos”, disse Bethe, que, com o telefone em mãos, ligou para o serviço de emergência e foi salva.
Agora, ela pretende escrever um livro contando as peripécias de seu cão Danny.
Fonte: Uol Notícias
continuar lendoRecife: Carnaval animal, evento visa a adoção de cães e gatos
Somente pelo Centro de Vigilância Animal do Recife (CVA) estarão disponíveis para adoção 12 cães, todos vermifugados, microchipados e vacinados. Os demais bichinhos são de outras instituições que também estimulam a adoção responsável.
Além da feira, também haverá a ação Animal Solidário, em que serão arrecadados de ração e medicamentos para animais carentes.
Para a adoção dos animais expostos na feira é necessário ser maior de 18 anos e apresentar os documentos de identidade, CPF e comprovante de residência. A ação é desenvolvida pela Secretaria de Saúde do Recife, em parceria com a UFPE e o Movimento de Defesa Animal.
Fonte: http://www.pernambuco.com
Projeto Pêlo Próximo abre inscrições para novos cães terapeutas no RJ
Fonte: http://animaisos.org/?n=4294#.TyiM-yP5KEQ.facebook
continuar lendoCarnaval Animal acontece neste Domingo em Curitiba
Evento reúne ONGs de proteção animal
Neste domingo, dia 5, diversas ONGs de Proteção Animal se unem em Curitiba para o evento Carnaval Animal, no Centro Cívico.
Haverá uma feira com venda de produtos das entidades, e um almoço com renda totalmente revertida para as instituições.
Os organizadores lembram que não haverá doação ou recolhimento de animais durante o evento.
Serviço:
Carnaval Animal
Data: 5/02 (domingo) das 10h às 17h
Almoço- Lasanha Tradicional ou Vegetariana, Maionese e Saladas, por R$ 15 (das 12:30 às 14h)
Local: Rua Euclides Bandeira, 801 – em frente à Ciclovia do Palácio – Centro Cívico
Fonte: http://conexaopet.com.br/new.aspx?id=5869
Vacas como co-terapeutas: animais de fazenda como auxiliar em terapias
Animais de fazenda, como vacas, utilizados como auxiliares em tratamento de crianças internadas
Um estudo publicado por Gerald P. Mallon no Child and Adolescent Social Work Journal, relatou os benéficos resultados da introdução de animais de fazenda junto a crianças internadas para realização de longos tratamentos de saúde.
Utilizando abordagens metodológicas variadas, o estudo exploratório investigou as experiências destas crianças que tiveram a introdução de animais de fazenda, em especial, vacas como uma das abordagens para o tratamento.
Os resultados indicaram que as crianças receberam muito bem os animais e os utilizaram como seria se utilizassem os serviços de um terapeuta. Elas conversavam com os animais, sem medo de que algo dito pudesse ser repetido. As crianças visitavam os animais para se sentirem melhor e, principalmente quando sentiam-se tristes ou com raiva. Além disso, foi um rico aprendizado, pois aprenderam, entre outras coisas, sobre a nutrição e cuidados de outros seres vivos.
O artigo destacou uma abordagem inovadora e positiva para tratamento e, a continuidade da mesma, sendo esta totalmente explorada pelos profissionais de saúde, visando principalmente, o bem-estar infantil.
Animais podem ser grandes aliados na hora de um tratamento
Especialistas afirmam que os mascotes têm poder de equilibrar as emoções, e, em alguns casos, restabelecer as funções do organismo por meio da troca de experiências
Por Lívia Meimes
E não pense que a interação é sugerida apenas para que uma pessoa não se sinta tão solitária: é mais do que isso. Especialistas, sobretudo em saúde mental, costumam dizer que os mascotes têm poder de equilibrar as nossas emoções, e, em alguns casos, restabelecer as funções do organismo por meio da troca de experiências. É a chamada zooterapia.
– Ter um animal em casa não vai fazer com que pessoa deixe de sentir a dor da perda, nem curar uma depressão. Mas poderá contribuir bastante para a diminuição dessa dor, tirando um pouco do foco nela. Ao se distrair, a pessoa equilibra melhor suas emoções, sofrendo menos e administrando melhor a situação – explica o psicólogo Fernando Elias José.
Outro estudo, publicado na American Journal of Cardiology, mostra que pessoas que interagem com animais constantemente tendem a apresentar níveis controlados de estresse e de pressão arterial, além de estar menos propensos a desenvolver problemas cardíacos.
O mecanismo que transforma um cãozinho companheiro em um forte aliado na qualidade de vida do seu dono passa, é claro, pela troca de afeto entre eles. Segundo a veterinária e doutora em Psicologia Ceres Faraco, discute-se várias questões que tangem a aproximação de pessoas com bichos, sobretudo os considerados mais próximos dos seres humanos, como cães e gatos.
– Eles auxiliam no tratamento porque proporcionam estímulos multissensoriais, que passam por questões como afeto, comunicação não-verbal, como estímulos visuais, táteis, auditivos, e a confiança. É como se a pessoa se sentisse praticamente “obrigada” a sair de dentro de si, pois o animal demanda afeto e faz nos sentir necessitados a atendê-los. Sem contar que o animalzinho não reclama, não pede nada em troca, não dá bola para aparência e o quanto alguém está sofrendo. No mundo animal não existe esse tipo de conflito – resume a especialista, ressaltando que a resposta positiva a essa “obrigação” é quase mágica para quem precisa se livrar de um sofrimento.
De acordo com a responsável pela Terapia Assistida por Cães da Associação Brasileira de Hippoterapia e Pet Terapia (Abrahipe), Paula Bicchile Suelotto, no contato de crianças, jovens e adultos portadores de necessidades especiais – seja por comprometimento motor, mental ou em ambos os aspectos – a utilização dos cães facilita muito o trabalho do profissional, pois o indivíduo atendido não considera que está em processo terapêutico, mas sim, brincando com os cães.
– Isso é importante porque as atividades fogem da rotina terapêutica à qual estão acostumados, gerando motivação em realizar as atividades, o que contribui muito para o desenvolvimento neuropsicomotor de nossos pacientes – afirma Paula.
Quem sabe bem disso é a empresária do ramo de alimentação Rossana Vecchio, 40 anos, que colhe há anos os benefícios da amizade com a cadelinha Ming. Rossana já era casada quando, em 2002, ganhou a simpática vira-latas de uma empregada. Sem filhos, ela e o marido viviam uma vida tranquila em Nova Prata, na Serra. Até que um acidente, em 2007, deixou Rossana viúva prematuramente.
– Meu marido estava voltando de um jantar de trabalho em Nova Araçá, perdeu o controle da direção e bateu numa árvore. Morreu na hora. Foi um choque – lembra a empresária.
Os primeiros seis meses meses de luto foram muito difíceis, por isso ela resolveu passar uma temporada na casa dos pais. Ming, é claro, foi junto.
– Desde o início ela parecia sofrer junto comigo. Ela se comunicava da maneira dela, parecia chorar comigo, dizendo que também sentia falta. Ela me amparava, me fazia sair de casa para passear, ter vida social, mesmo quando eu não achava que seria impossível – conta ela, que vive atualmente em Porto Alegre, com sua fiel escudeira.
– Ela é parte da minha história – finaliza.
Quem são os cães super-heróis?
O que explica os ataques de raiva dos humanos contra seus mascotes, como a lei pode punir os agressores com mais rigor, e quem são os animais que atuam como terapeutas
VIDA URBANA – POR PRISCILLA MERLINO, FOTO JOHNNY DUARTE
A recente onda de violência praticada contra animais domésticos inspirou uma reação inédita no país: das redes sociais nasceu o movimento Crueldade Nunca Mais, que no dia 22 de janeiro tomou as ruas de várias cidades. Os manifestantes exigem leis que punam os agressores com maior rigor. Na reportagem de capa da edição de fevereiro, Época São Paulo mostra quem são e como trabalham alguns dos cães que ajudam a melhorar a qualidade de vida de doentes, idosos e crianças com dificuldades motoras, traz noções de primeiros socorros para animais acidentados e um teste para saber se você entende de posse responsável, além de um guia para a escolha do cão ideal para apartamento, uma galeria de produtos para deixar seu pet ainda mais feliz e, por fim, uma nova profissão em alta: dog sitter, a babá do totó.
01. Chega de crueldade
Eles estão pagando o pato por serem fiéis. Mas também podem ser “anjos de patas” que salvam vidas.
O valente Titã tinha só quatro meses quando foi enterrado vivo por seu primeiro “dono”. Cão sem raça definida (SRD), ele foi resgatado por um integrante da Associação de Proteção aos Animais após uma denúncia anônima. Dois meses depois, ganhou uma família nova. A saga de Titã (nome de um deus da mitologia grega) teve como cenário a pequena Novo Horizonte, cidade próxima a São José do Rio Preto, a cerca de 400 quilômetros da capital. A repercussão do caso, no entanto, comoveu o país.
À polícia, seu agressor alegou que o cão estava morto e por isso decidiu enterrá-lo. A investigação mostrou que o animal seria assassinado, seguindo o destino de outros dois cães do mesmo homem. Indiciado no artigo 32 da Lei Federal 9.605 (Lei de Crimes Ambientais), ele responderá por maus-tratos. A pena prevista é de detenção de três meses a um ano e multa.
Raramente alguém vai para a cadeia por maltratar animais no Brasil. Em São Paulo, Dalva Lina da Silva, de 42 anos, foi detida em flagrante quando deixava na calçada da rua em que mora, na Vila Mariana, os corpos ensacados de 35 cães e quatro gatos. À polícia, ela disse ter sacrificado “alguns animais” para ajudá-los, uma vez que todos eles estariam sofrendo. Dalva também afirmou não saber que isso é crime. Solta após prestar depoimento, ela responderá por maus-tratos em liberdade.
Da lista de crueldades contra animais praticadas recentemente, o episódio mais deplorável foi o espancamento, até a morte, de um cão da raça yorkshire por uma enfermeira da cidade de Formosa (GO). A violência, registrada em vídeo e divulgada na internet, ocorreu na frente de uma criança, filhada agressora.
Felizmente, nem mesmo as piores notícias andam sozinhas no mundo animal. Enquanto o país se choca com os atos de crueldade, uma parcela crescente de brasileiros recebe todos os dias as bênçãos do convívio com animais domésticos. São deficientes ou portadores de doenças graves que encontram na mansidão de um bicho peludo e arfante uma razão de viver. Não faltam relatos comoventes de pessoas cuja vida foi transformada pela terapia assistida por animais. A técnica começou a ser utilizada no século XVIII, na Inglaterra.
No Brasil, o interesse é mais recente: surgiu na década de 1960 e apenas em 1990 foram feitos os primeiros estudos científicos. “Foi a médica Niseda Silveira quem falou sobre o gato como coterapeuta, possibilitando o aumento na motivação dos pacientes durante as sessões”, diz a médica veterinária Luciana Deschamps, diretora da Clínica Sr. Gato, em Pinheiros. Hoje, a terapia assistida por animais (TAA) é levada a sério por profissionais da área de saúde, inclusive em hospitais. “O animal faz parte do tratamento, buscando melhorar a saúde física, emocional e social.”
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A seguir, outros destaques da reportagem de capa de Época São Paulo.
02. Teste de posse responsável
Quatorze questões que você precisa responder antes de levar um animal de estimação para casa
03. Guia de primeiros socorros
Como proceder para salvar seu animal de estimação em três situações comuns
04. Vítimas de maus-tratos
Quatro casos recentes de violência contra animaisdomésticos e as consequências para seus agressores
05. Guia do cão de apartamento
Pug, pelado mexicano, whippet, dachshund e outros 10 companheiros ideiais para você
06. Sete dicas para criar pet no apartamento
Regras básicas para garantir o bem-estar de seu bichinho (e o seu) em espaços limitados
07. Achados caninos
Divã de chenile, bombons sortidos, coleira de strauss e outros mimos para seu bichinho
08. Babá para o totó
Depois dos hotéis-canis e dos passeadores de cão, conforto é contratar os serviços de pet-sitter
Veja esta reportagem na íntegra na Época São Paulo de fevereiro de 2012.
Fonte: Época São Paulo
Participe da manifestação Crueldade Nunca Mais!
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Manifestação Crueldade Nunca Mais! DATA NACIONAL: 22 DE JANEIRO DE 2012 (DOMINGO) HORÁRIO: 10h00 |
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No próximo dia 22 de janeiro, às 10h, organizações, protetores e amigos dos animais têm um encontro marcado na manifestação nacional “Crueldade Nunca Mais!”. Ações simultâneas vão reunir vozes de várias cidades do Brasil para pedir o fim dos maus-tratos e a sua devida punição no nosso país. A WSPA – Sociedade Mundial de Proteção Animal também está apoiando esse manifesto. Lutamos pela construção de um mundo melhor, onde o bem-estar animal importe e os maus-tratos tenham fim. O futuro que queremos é um planeta onde os animais possam expressar seu comportamento natural e vivam livres de fome, sede, desconforto, dor, ferimentos, doenças, medo e angústia. Junte-se você também a este movimento!
Saiba mais no site www.crueldadenuncamais.com.br e mostre que você também se importa com os animais.
NORMAS OFICIAIS DA MANIFESTAÇÃO: - A manifestação CRUELDADE NUNCA MAIS é um movimento PACÍFICO e respeitador das leis, idealizado e organizado pelos protetores de animais do Brasil, o qual será o início de uma série de ações que visam a penalização correta para crimes de maus tratos aos animais. OS ANIMAIS PEDEM JUSTIÇA! - As faixas deverão ter no máximo 2m de largura.
A WSPA – Sociedade Mundial de Proteção Animal visa construir um mundo onde o bem-estar animal importe e os maus-tratos contra os animais tenham fim, através de campanhas e cooperação com parceiros e fóruns regionais, nacionais e internacionais. Reconhecida como órgão consultivo no Conselho Europeu, a WSPA colabora também com governos de vários países e com as Nações Unidas. Para mais informações sobre a WSPA, acesse www.wspabrasil.org. |
Ter um gato em casa também faz bem ao coração
Pessoas que têm um felino em casa têm até 30% menos risco de ataques cardíacos.
Cientistas acreditam que o mesmo pode ser verdade para os donos de cachorros.
Do G1, em São Paulo
Um estudo feito por pesquisadores americanos revela: um gatinho pode salvar sua vida. Segundo a pesquisa, ter um gato como animal de estimação reduz em 30% o risco de você ter um ataque cardíaco.
Os pesquisadores da Universidade de Minnesota em Minneapolis acreditam que ter um felino em casa é relaxante e alivia o estresse -– um dos principais fatores de risco dos problemas cardiovasculares.
Os cientistas acreditam que, apesar de seus resultados não mostrarem o mesmo efeito entre donos de cachorros, eles também devem colaborar para a saúde. Eles afirmam que provavelmente havia menos pessoas com cães do que com gatos entre os participantes do estudo, por razões estatísticas.
Trabalhos anteriores já tinham indicado que passar apenas 12 minutos com um cão melhorava a função cardíaca e pulmonar de pessoas com problemas no coração.
Os resultados foram apresentados durante a Conferência Internacional sobre Infarto da Associação Americana de Infarto, em Nova Orleans. Ao todo, 4.435 americanos, com idades entre 30 e 75 anos, foram acompanhados. Segundo os dados, 2.435 eram donos de gatos, ou tinham tido um felino no passado.
Fonte: G1 – Ciência e Saúde
Cães podem compartilhar de emoções humanas, diz pesquisa
Uma pesquisa conduzida pelo Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, de Portugal, afirmou que os cães são capazes de ter empatia com os humanos a ponto de compartilhar as mesmas emoções de seus tutores.
O estudo ainda diz que essa empatia vai além de uma simples cópia do comportamento humano.
Os animais de estimação, principalmente os cães, podem ficar “aborrecidos” como crianças quando expostos a situações familiares de conflito, ou ainda sentir pena de seus tutores, diz o estudo.
Mesmo os animais não treinados têm a habilidade de esboçar alguma reação em situações reais de emergência.
Além disso, a seleção feita pela domesticação pode ter escolhido cães mais inteligentes e mais sincronizados com os sentimentos humanos.
Fonte: Folha Uol
continuar lendoCães entendem humanos como se fossem bebês, diz estudo
Pesquisadores da Hungria dizem que compreensão de cão é equivalente a de bebês de seis meses a um ano de idade.
DO “NEW YORK TIMES”
Muitas pessoas conversam com seus cachorros como se estivessem se dirigindo a seus filhos. Agora, um novo estudo relata que esses animais têm uma compreensão de uma criança de seis meses a um ano de idade, sendo capazes de compreender a comunicação humana e interpretar intenções de forma correta.
Pesquisadores da Hungria, que publicaram o estudo na revista “Current Biology”, mostraram dois vídeos a um grupo de cães.
No primeiro, uma mulher diz “olá, cão”, enquanto olha diretamente para a câmera. A mulher então se vira em direção a um contêiner, e o cão segue seu olhar.
No entanto, quando a mulher olha para baixo, e não para a câmera, e pronuncia a mesma frase, o cão não segue seu olhar subsequente.
Para os estudiosos, os cães captam a diferença sutil no comportamento da mulher nas duas situações, diz Adam Miklosi, biólogo comportamental da Universidade Eotvos Lorand de Budapeste, na Hungria, e um dos autores da pesquisa.
O estudo mostra que os cães são capazes de “ler” o comportamento humano, acredita o pesquisador, como os humanos em sua primeira infância.
“Os cães são funcionalmente similares a um bebê”, compara Miklosi. “Não saibamos como a mente canina lida com o problema, mas deve ser provavelmente uma maneira diferente do bebê”.
Os cães presumivelmente adquiriram esta habilidade após gerações de domesticação. “Estar numa família humana confere aos cães a habilidade de interagir de forma humana”, diz Miklosi.
Fonte: Folha.com
continuar lendoConheça Lucy, a menor cachorrinha co-terapeuta do mundo
Lucy, de três anos, trabalha como terapeuta canina nos EUA.
Ela concorreu com um cão policial de 3 quilos em competição e entrou para o Guinness como menor animal trabalhador.
Da AP
A cachorrinha Lucy ganhou o prêmio do Livro Guinness de Recordes na categoria “menor cão que trabalha”.
O prêmio foi entregue em Smithville, no estado americano de Nova Jersey, onde a pequena Lucy trabalha como cão-terapeuta.
A mini Yorkshire Terrier tem três anos, 14,5 cm de altura e cerca de 1,4 quilo. Na competição, ela concorria com um cão policial japonês de 3 quilos.
Lucy trabalha no Leashes of Love, um programa que leva cães terapeutas para visitar hospitais, asilos e escolas de deficientes.
Ela mora com Sally Leone Montufar na cidade de Absecon.
Fonte: G1
continuar lendoPrincípios básicos da guarda responsável
Muito freqüentemente, animais são mantidos como companhia doméstica. Mas enquanto alguns tutores tomam conta de seus animais, muitos outros animais de estimação sofrem com maus-tratos, negligência ou mesmo abandono.
Por WSPA Brasil
A WSPA está trabalhando para promover a guarda responsável de animais de estimação em todo o mundo. Isso inclui programas em países em desenvolvimento, onde o acesso à informação sobre bem-estar animal e cuidados veterinários pode ser escasso ou indisponível.
Cuidar dos animais de forma responsável é igualmente relevante para donos de animais de estimação nos países ricos, onde os animais podem sofrer se seus donos não tiverem consciência de suas necessidades.
O cuidado com os animais começa em casa
Em alguns países existe acesso a boa assistência veterinária. Mas a melhor forma de manter os animais de estimação saudáveis é satisfazermos, nós mesmos, suas necessidades de bem-estar.
Os grupos de bem-estar animal usam a lista abaixo para avaliar se um animal está feliz e saudável e você também pode fazer isso. Todas as cinco liberdades precisam ser atendidas. Um animal bem-alimentado, por exemplo, pode vir a sofrer se estiver muito frio.
Seu animal de estimação deve estar:
- Livre de fome e sede;
- Livre de desconforto;
- Livre de dor, ferimento e doença;
- Livre de medo e angústia;
- Livre para expressar seu comportamento natural.
Esse último item significa que devemos entender as necessidades comportamentais de nossos animais de estimação e dar a eles a oportunidade de expressá-las. Por exemplo, em vez de tentar impedir que um gato arranhe portas, dê a ele um poste próprio para esse fim.
Para mais informações e conselhos, baixe os arquivos com os panfletos da WSPA sobre cuidados com cachorros (PDF 252KB) e cuidados com gatos (PDF 297KB). E se você é fluente em inglês, visite ainda o website da RSPCA, que oferece aconselhamento sobre cuidados de uma grande variedade de animais domésticos.
Cuidar de animais é responsabilidade de todos
Tendo ou não um animal de estimação, existem atitudes diárias que você pode tomar para garantir o bem-estar deles:
- Denuncie maus-tratos contra os animais
Aprenda a reconhecer sinais de abuso ou negligência. No Brasil, denuncie junto aos órgãos competentes, de acordo com as orientações deste documento. - Ajude a reduzir a superpopulação animal
Existem milhões de cães e gatos indesejados nas ruas de todo o mundo. Esterilize seu animal e, se possível, coloque um micro chip nele. Adote seu próximo animal de companhia de um abrigo local. Para mais informações sobre adoção de animais, entre com contato com as afiliadas da WSPA no Brasil. - Apóie o reconhecimento internacional da importância do bem-estar animal
Adicione seu nome ao abaixo-assinado mundial pela Declaração Universal de Bem-estar Animal (DUBEA). Celebridades já aderiram. Essa legislação daria aos animais em todo o mundo os mesmos níveis básicos de proteção. Saiba mais.
Por reconhecer que a crueldade pode vir da ignorância, a WSPA trabalha para melhorar o bem-estar dos animais através da educação. Ajude-nos a continuar a educar os donos de animais e a conduzir outros trabalhos vitais para o bem-estar animal.
Fonte: WSPA BRASIL
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