Recife: Carnaval animal, evento visa a adoção de cães e gatos
Somente pelo Centro de Vigilância Animal do Recife (CVA) estarão disponíveis para adoção 12 cães, todos vermifugados, microchipados e vacinados. Os demais bichinhos são de outras instituições que também estimulam a adoção responsável.
Além da feira, também haverá a ação Animal Solidário, em que serão arrecadados de ração e medicamentos para animais carentes.
Para a adoção dos animais expostos na feira é necessário ser maior de 18 anos e apresentar os documentos de identidade, CPF e comprovante de residência. A ação é desenvolvida pela Secretaria de Saúde do Recife, em parceria com a UFPE e o Movimento de Defesa Animal.
Fonte: http://www.pernambuco.com
Projeto Pêlo Próximo abre inscrições para novos cães terapeutas no RJ
Fonte: http://animaisos.org/?n=4294#.TyiM-yP5KEQ.facebook
continuar lendoComo ajudar seu filho a lidar com a morte do animal de estimação
Animais de companhia proporcionam amor incondicional à família que os acolhe, e deixam um vazio quando partem, principalmente para os pequenos que ainda não tiveram esse tipo de experiência.
Diga a verdade
Alguns pais tentam preservar seus filhos da dor da perda e não falam da morte do animal ou não são honestos sobre o que realmente aconteceu. É comum o uso de eufemismos como “ele foi embora” ou “foi dormir”, por exemplo. Isso pode deixar a criança ainda mais confusa, com medo e traída quando ela finalmente descobre a verdade. É melhor ser franco com seu filho e permitir que ele tenha a oportunidade de sofrer do seu jeito. Portanto, diga-lhe, com uma voz suave e sem a presença de outras pessoas, que o bichinho morreu.
Escolha um lugar familiar à criança, como seu quarto e explique que ele não voltará mais, e que isso não é culpa dela.
Conte como ele morreu; de doença ou velhice, e responda a todas as perguntas que a criança fizer aberta e honestamente. Fale que é natural sentir-se triste e com raiva, e que perder um animal é uma experiência difícil. Dê a ela a oportunidade de conversar com você a respeito do que está sentindo.
Compartilhe seu sofrimento
Seja sincero também sobre sua própria dor, não tente escondê-la. Se você passou por uma experiência semelhante na sua infância, conte ao seu filho, diga como se sentiu na época e mostre uma foto sua com seu pet, se tiver. Ao compartilhar sua história e mostrar seu sofrimento atual, o pequeno vai sentir-se menos sozinho.
Respeite o tempo da criança
Luto é um processo, não um evento. Por isso, dê a seu filho o tempo necessário para que possa superar a dor. Deixe que ele chore não o force a sentir-se melhor. Também não lhe diga que já está crescido o bastante para se deixar abater. Crianças precisam de mais tempo para digerir a morte.
Dê ao pequeno a chance de dizer adeus a seu pet
Se a criança desejar, realize uma cerimônia de despedida do animal; um ritual pode ajudá-la a aceitar a morte como um fato consumado. Você pode sugerir-lhe que escreva uma carta de despedida ou, se for muito pequena, que faça um desenho.
Não se apresse em dar outro animal
Espere até acolher um novo pet; você poderá causar mais danos do que benefícios, e é bem provável que a criança se sinta ressentida ou culpada. Lembre-se de que, mesmo depois de anos, a criança ainda vai precisar conversar e recordar velhas histórias do animal que perdeu.
Fonte: PetMag
continuar lendoPrincípios básicos da guarda responsável
Muito freqüentemente, animais são mantidos como companhia doméstica. Mas enquanto alguns tutores tomam conta de seus animais, muitos outros animais de estimação sofrem com maus-tratos, negligência ou mesmo abandono.
Por WSPA Brasil
A WSPA está trabalhando para promover a guarda responsável de animais de estimação em todo o mundo. Isso inclui programas em países em desenvolvimento, onde o acesso à informação sobre bem-estar animal e cuidados veterinários pode ser escasso ou indisponível.
Cuidar dos animais de forma responsável é igualmente relevante para donos de animais de estimação nos países ricos, onde os animais podem sofrer se seus donos não tiverem consciência de suas necessidades.
O cuidado com os animais começa em casa
Em alguns países existe acesso a boa assistência veterinária. Mas a melhor forma de manter os animais de estimação saudáveis é satisfazermos, nós mesmos, suas necessidades de bem-estar.
Os grupos de bem-estar animal usam a lista abaixo para avaliar se um animal está feliz e saudável e você também pode fazer isso. Todas as cinco liberdades precisam ser atendidas. Um animal bem-alimentado, por exemplo, pode vir a sofrer se estiver muito frio.
Seu animal de estimação deve estar:
- Livre de fome e sede;
- Livre de desconforto;
- Livre de dor, ferimento e doença;
- Livre de medo e angústia;
- Livre para expressar seu comportamento natural.
Esse último item significa que devemos entender as necessidades comportamentais de nossos animais de estimação e dar a eles a oportunidade de expressá-las. Por exemplo, em vez de tentar impedir que um gato arranhe portas, dê a ele um poste próprio para esse fim.
Para mais informações e conselhos, baixe os arquivos com os panfletos da WSPA sobre cuidados com cachorros (PDF 252KB) e cuidados com gatos (PDF 297KB). E se você é fluente em inglês, visite ainda o website da RSPCA, que oferece aconselhamento sobre cuidados de uma grande variedade de animais domésticos.
Cuidar de animais é responsabilidade de todos
Tendo ou não um animal de estimação, existem atitudes diárias que você pode tomar para garantir o bem-estar deles:
- Denuncie maus-tratos contra os animais
Aprenda a reconhecer sinais de abuso ou negligência. No Brasil, denuncie junto aos órgãos competentes, de acordo com as orientações deste documento. - Ajude a reduzir a superpopulação animal
Existem milhões de cães e gatos indesejados nas ruas de todo o mundo. Esterilize seu animal e, se possível, coloque um micro chip nele. Adote seu próximo animal de companhia de um abrigo local. Para mais informações sobre adoção de animais, entre com contato com as afiliadas da WSPA no Brasil. - Apóie o reconhecimento internacional da importância do bem-estar animal
Adicione seu nome ao abaixo-assinado mundial pela Declaração Universal de Bem-estar Animal (DUBEA). Celebridades já aderiram. Essa legislação daria aos animais em todo o mundo os mesmos níveis básicos de proteção. Saiba mais.
Por reconhecer que a crueldade pode vir da ignorância, a WSPA trabalha para melhorar o bem-estar dos animais através da educação. Ajude-nos a continuar a educar os donos de animais e a conduzir outros trabalhos vitais para o bem-estar animal.
Fonte: WSPA BRASIL
continuar lendoLivro “Alternativas ao uso de animais vivos na educação”
O livro “Alternativas ao uso de animais vivos na educação” do autor Sérgio Greif, esgotado para venda, está disponível para download gratuito no site do Instituto Nina Rosa.
Sinopse:
“Trata da humanização do ensino da área da saúde através da substituição do uso de animais vivos (vivissecção) na educação por métodos alternativos (modelos, vídeos, softwares) que demonstram ser tão ou mais eficazes do que o uso tradicional de animais em laboratório.”
Link para download:
http://www.institutoninarosa.org.br/central/alternativas
continuar lendoCapacitação a distância em Atividade, Educação e Terapia Assistidas por Animais
Uma nova turma do Curso de Capacitação a distância em Atividade, Educação e Terapia Assistidas por Animais terá início no dia 10 de Novembro.
O curso abordará de forma lúdica, objetiva e de fácil entendimento temas relacionados aos benefícios da interação ética entre homens e animais, visa ainda, introduzir conceitos sobre Atividade, Educação e Terapia Assistidas por Animais, suas abordagens, exigências e benefícios, além de diferentes estudos sobre a interação homem-animal.
As aulas são liberadas semanalmente e o aluno define os melhores dias e horários para realizar seus estudos. O ambiente de ensino é agradável e de fácil acesso.
Além das aulas, o aluno conta com sessão tira dúvidas online com o professor, tem acesso a grupos de estudos, trabalhos científicos, relatos de caso e pode trocar experiências e informações com os demais alunos e professores. Recebe certificação ao final.
Para maiores informações e matrícula: http://migre.me/4eSTh
Lançamento do EVANGELHO DOS ANIMAIS, segundo o Espiritismo
A Asseama, Associação Espírita Amigos dos Animais, lançou em Outubro o “EVANGELHO DOS ANIMAIS”. O livro, com 672 páginas, foi psicografado pela equipe espiritual da Asseama e tem como autora a médium Sandra Denise Calado.
A Associação Espírita Amigos dos Animais é o primeiro Centro Espírita totalmente voltado para a espiritualidade dos animais. Foi fundada em 12 de julho de 2006 pela autora do livro, juntamente com a médica veterinária Cristiane Villarista e também com o saudoso médico veterinário espírita Marcel Benedeti, tendo com o objetivo principal conscientizar o ser humano quanto aos animais e toda a natureza, através da Doutrina Espírita.
O livro “EVANGELHO DOS ANIMAIS” traz histórias destes companheiros dedicados e o resultado de seus estudos, mantendo-se fiel às diretrizes da Doutrina Espírita, encontrando as respostas sobre a alma animal, sua vida após a morte, o reencarne dos animais, o desenvolvimento da consciência e da inteligência, entre outras, iluminando a consciência sobre os animais e sobre nós mesmos.
Clique na imagem abaixo para obter mais informações, assim como, adquirir o livro:
“São tempos de esquecermos o corpo e vermos o espírito, esquecermos as diferenças evolutivas, e vivermos o amor, simplesmente…” (Equipe Espiritual da Asseama)
Centro espírita dedica-se a receber cães, gatos e outros animais, em SP
Por Carolina Giovanelli – Veja SP
Uma casa de esquina pintada de verde, no Parque Vitória, na Zona Norte de São Paulo, apresenta um movimento parecido com o de um consultório veterinário às quintas, sextas e aos domingos. Dezenas de gatos e, principalmente, cachorros entram e saem presos em coleiras, dentro de caixinhas e aconchegados no colo de seus tutores. Não se trata de uma clínica médica, mas da Associação Espírita Amigos dos Animais (Asseama), o único centro dessa doutrina religiosa da capital especializado em receber aniamis de todas as espécies.
“Queremos mudar a consciência das pessoas em relação a esses seres vivos, que têm alma e dependem de nós”, afirma Sandra Denise Calado, presidente da entidade. Ela diz que se descobriu médium no fim da década de 90. Com dois amigos veterinários, Marcel Benedeti e Cristiane Villarista, criou, em 2006, a Asseama. Três anos depois, a associação ganhou sede própria, onde hoje são atendidos 200 pessoas por semana.
Num domingo típico, o dia de maior movimento, os carros começam a chegar por volta das 8h30. Os frequentadores se reúnem em um quintalzinho, onde há uma lanchonete vegana (sem carne, laticínios e ovos). Só são vendidos produtos como croquete de alho-poró com tofu defumado e coxinha de proteína de soja. Em seguida, as pessoas com seus animais se dirigem a uma sala repleta de quadros religiosos — com imagens de Jesus e São Francisco de Assis, padroeiro dos animais — para orar e assistir a uma palestra. Durante quinze minutos, os animais permanecem surpreendentemente em silêncio, sentados junto de seus tutores. Vez ou outra uma sinfonia de miados ou latidos toma o ambiente, porém o barulho dura pouco tempo.
No fim da apresentação, um a um eles se dirigem para um cômodo separado a fim de “tomar passe”. De acordo com a doutrina, esse processo se dá quando um espírito transmite energias através das mãos de um médium, colocadas na cabeça do animal. A dona de casa Eloisa Lorenzetti, criada em família católica, aparece ali toda semana com seu pequeno poodle Kiko, de 11 anos. Ele foi diagnosticado com linfoma em maio e perdeu a maioria dos pelos por causa das sessões de quimioterapia. “Antes eu só chorava”, diz ela. “A Asseama me trouxe muito consolo.”
Sempre gratuito, o tratamento também pode ser realizado a distância. Cerca de 3.500 animais de outros locais do Brasil e até do exterior, entre cavalos, ovelhas, porcos e galinhas, foram cadastrados por seus tutor no site da entidade para receber as boas vibrações. Logo após as sessões ao vivo, o grupo de quinze voluntários se reúne para pedir auxílio divino para os animais distantes. Nessa hora, o tutor precisa estar junto do companheiro, em silêncio e concentrado. Mantida por doações, a Asseama promove ainda festas temáticas e aulas de culinária vegetariana. No começo do mês, a equipe lançou o livro “O Evangelho dos Animais”, psicografado pela própria Sandra.
Quase todos os animais que aparecem por lá sofrem com algum problema de saúde. É o caso da gatinha Lola, que perdeu a visão por causa de um herpes-vírus. “Quando vim para cá, achei que aconteceria um milagre e ela se recuperaria totalmente”, conta a aposentada Yara Alves. “Isso não aconteceu, mas o atendimento ajudou muito em pequenos problemas, como a baixa imunidade dela.”
O alegre cão dachshund Bola, de 7 anos, se locomove com um carrinho acoplado a suas patas traseiras por causa de uma paraplegia. Já o cocker Boby enfrenta um câncer no fígado. “Ele sempre sai daqui muito tranquilo”, garante sua tutora, a psicóloga Márcia Souza.
Apesar das reações positivas, a presidente da Asseama não aconselha ninguém a abandonar o tratamento veterinário. “Aqui é só mais uma etapa para auxiliar na cura”, diz. Outra pergunta recorrente relacionada ao serviço é a seguinte: quem perdeu um animal querido pode encontrar sua “alma” circulando pelo local? Acredite se quiser: de acordo com Sandra, seria possível, sim, ter notícias de animais já falecidos. Mas somente médiuns como ela conseguiriam ver esses espíritos.
Associação Espírita Amigos dos Animais (Asseama)
Rua Manuel de Moura, 63, Parque Vitória
? 3534-3643
Quinta, 16h30 e 17h30; sexta, 19h; domingo, 9h, 9h50, 10h45 e 11h35 www.asseama.com.br
Fonte: Veja SP / ANDAnews
continuar lendoAnimais de estimação podem motivar fumantes a cortar o vício
Conclusão de pesquisadores saiu em revista especializada. Fumo passivo está ligado a várias doenças de animais de estimação.
Por Eric Nagourney - ”New York Times”
Uma nova pesquisa sugere que donos de animais de estimação que não pensam em parar de fumar podem se tornar motivados a isso quando informados de que seus animais podem ser afetados ao inalar a fumaça passivamente.
“Os donos de animais de estimação nos Estados Unidos são muito devotados a seus bichos,” escreveram os pesquisadores, comandados por Sharon Milberger do Sistema de Saúde Henry Ford, em Michigan. O estudo aparece na publicação americana “Tobacco Control”.
A fumaça passiva foi associada a uma variedade de problemas em animais de estimação, incluindo linfomas em gatos e câncer nasal ou pulmonar em cachorros, dizem os pesquisadores. Também se descobriu que pássaros de gaiola sofrem de efeitos daninhos.
Para o estudo, eles conduziram uma pesquisa online por seis meses que obteve respostas de 3.293 donos de animais de estimação, principalmente em Michigan. A pesquisa foi divulgada, entre outros lugares, em petshops e na Sociedade Humanitária de Michigan. No total, segundo a pesquisa, 27% dos respondentes tinham pelo menos um fumante na residência.
Entre os que fumavam, 28% disseram que saber que estavam colocando seus animais em risco os faria tentar parar, e quase 19% não permitiriam cigarros em casa. Quarenta por cento expressaram interesse em informações sobre cigarros e como parar de fumar.
As descobertas significam que defensores antitabaco deveriam tentar atingir fumantes em clínicas veterinárias, petshops e locais similares.
“Esta nova fonte de motivação poderia ser particularmente forte para fumantes que moram sozinhos na companhia de seus animais,” diz o estudo.
Fonte: http://migre.me/5ZGlC
continuar lendoAção Global ANIMAL – Sim, EU ADOTO! CCZ de São Paulo
Acontece neste sábado, dia 22 de outubro, das 10h às 16h, em comemoração ao Dia Mundial dos Animais, no CCZ ( Centro de Controle de Zoonoses de São Paulo) o AÇÃO GLOBAL ANIMAL, evento que oferecerá várias ações gratuitas em benefício dos animais, como por exemplo: Emissão de guia para castração de cães e gatos, microchipagem, orientações veterinárias, vermifugação. O evento visa especialmente incentivar e promover a adoção de animais e contribuir com o controle de natalidade animal.
O evento contará ainda com palestras educativas e com a presença de Alexandre Rossi, o Dr. Pet e Luiza Mell. Confira:
Maiores Informações: (11) 3397-8900
continuar lendoA terapia do “ronrom”
Ronronterapia - Gatos têm poderes terapêuticos, aliviam o stresse, a ansiedade e evitam até doenças cardíacas
Por Verônica Mambrini – ISTO É
Perseguidos em diferentes épocas e vítimas históricas de preconceito, os gatos estão ganhando absolvição por meio de um papel inesperado: o de terapeutas. Em seu recém-lançado livro “La Ronron Thérapie”, a jornalista francesa Véronique Aïache explica, devidamente ancorada por trabalhos científicos, como o convívio com um bichano pode melhorar a vida das pessoas.
Ela relata, por exemplo, pesquisas como a do veterinário francês Jean-Yves Gauchet, que testou o poder do ronrom – o som emanado pelos gatos quando estão em repouso – em 250 voluntários, submetidos a uma gravação de 30 minutos do ruído de Rouky, o gato do veterinário. Ao fim do estudo, os participantes declararam sentir mais bem-estar, serenidade e uma facilidade maior para dormir. O poder tranquilizante dos felinos foi o porto seguro da gerente comercial Cris Sakuraba, 46 anos. “Não desmerecendo o medicamento, mas minha gatinha mudou minha vida”, diz. Cris sofria de ansiedade, stresse, depressão e agorafobia (medo de espaços abertos ou aglomerações), doenças que estavam minando sua qualidade de vida.“Agora estou 95% curada dos problemas.” A gatoterapeuta Marisa Paes afirma que é capaz de fazer até quem não gosta dos bichanos se beneficiar da presença deles. “Mesmo quem tem medo de gato me procura. Comigo como mediadora, a pessoa vai se desbloqueando”, afirma.
Os tratamentos terapêuticos envolvendo animais começaram a ser desenvolvidos no Brasil no começo da década de 50, pela psiquiatra Nise da Silveira. O tratamento foi uma alternativa com resultados palpáveis às terapêuticas agressivas, como lobotomia e eletrochoque. “Com o gato ronronando no colo, por exemplo, a pessoa desacelera, pois ocorre a mudança de frequência das ondas cerebrais do estado de alerta para o relaxamento”, diz Hannelore Fuchs, doutora em psicologia e especialista na relação do ser humano com o animal. Faz sentido. A frequência do ronrom é entre 25 e 50 hertz, a mesma utilizadas na medicina esportiva para acelerar cicatrizações e recuperar lesões. No ano passado, a gigante de tecnologia Apple lançou em parceria com o veterinário Gauchet um aplicativo para iPhone que usa o ronrom para amenizar os efeitos que a diferença de fuso horário em viagens provoca. Um estudo de 2008 da Universidade de Minesota, nos Estados Unidos, mostrou que um bichano em casa reduz em até 30% o risco de ataque cardíaco, por ajudar a relaxar e aliviar o stresse.
Animais que ajudam na recuperação de pacientes em tratamento médico
Coelhos, cães, gatos, tartarugas e até peixes estão entrando na receita médica. Especialistas revelam que a convivência com esses animais ajuda na recuperação de pacientes
Por: Regina Pereira – Conteúdo do site SAÚDE
Ninguém nega: animais de estimação são ótimos companheiros. Por isso reforçam a saúde de seu dono. Esse poder terapêutico está chamando a atenção dos cientistas. É o caso de pesquisadores da Universidade de Warwick, na Inglaterra, que acompanharam 70 mulheres vítimas de câncer de mama. A convivência com bichos lhes trouxe conforto emocional, ajudando no tratamento.
A psicóloga e veterinária alemã Hannelore Fuchs, radicada em São Paulo, acredita piamente nesse efeito. Tanto que teve a idéia de recrutar coelhos, tartarugas e cães para visitar crianças doentes. Daí surgiu o projeto Pet Smile, uma terapia mediada por animais. Desde 1997 a iniciativa tem acelerado a recuperação de garotos internados na ala pediátrica do Hospital Nossa Senhora de Lourdes, na capital paulista. “Os bichos deixam o ambiente descontraído”, nota Hannelore.
Especialidades médicas
Os cachorros são excelentes contra problemas cardiovasculares. Um estudo da Universidade de Nova York, nos Estados Unidos, prova que conviver com eles abaixa a pressão arterial. O cardiologista Elias Knobel, de São Paulo, confirma: “Seu dono fica mais feliz e assim os hormônios do estresse não ameaçam tanto as artérias”. Há outro detalhe: grande ou pequeno, todo cão precisa passear. E a saúde de quem o segue segurando a coleira sai ganhando.
Já os gatos são bem-vindos contra a solidão. “Para os idosos, cuidar de um pequeno animal pode ser um estímulo cognitivo”, opina o geriatria Flávio Chaimowickz, de Minas Gerais. A visão de um aquário cheio de peixes e dos passos lentos da tartaruga são boas pedidas para quem quer relaxar.”Esta última também é aliada em trabalhos com crianças que têm dificuldade de locomoção e concentração”, conta Hannelore.
Fonte: http://migre.me/5W5sp
Cães-guia, preciosos companheiros
Sesi treina 29 filhotes em um programa para diminuir a lista de deficientes visuais à espera de um ajudante de quatro patas
Por: Anna Carolina Oliveira – VEJA
Todos os dias, o gerente de marketing Vincent Bachelet sai de casa acompanhado de Frontier, um labrador de 7 meses. Ao longo do trajeto, o animal, que é bastante brincalhão, comporta-se de forma diferente, permanecendo a maior parte do tempo quieto. A dupla entra no metrô, atravessa parte da Linha Verde e desce na estação Trianon-Masp, quase em frente ao local de trabalho de Bachelet, o prédio da Fiesp. Durante o expediente, o cachorro fica ao lado dele dentro do escritório até a hora da saída. “Daqui a alguns meses, quando tivermos de nos separar, vou sentir uma dor no coração”, diz o gerente, que é voluntário de um novo programa para a formação de cães-guias na capital. Quando Frontier completar 1 ano, estiver adaptado a se locomover na cidade e não estranhar lugares cheios, passará para uma segunda etapa de treinamento. Depois, será encaminhado a um dos cegos que aguardam na fila por esse tipo de ajuda. A espera pode ultrapassar quatro anos.
Com o objetivo de acelerar o processo, o Sesi-SP lançou recentemente um projeto para multiplicar a formação desses cães. O primeiro grupo do programa, constituído atualmente por 29 filhotes, entre eles o labrador Frontier, veio de um canil da vizinha Embu das Artes e está espalhado por várias famílias paulistanas que vão ajudar na etapa inicial. É a maior iniciativa do gênero já realizada por aqui. “Logo, passaremos para outras fases, que incluem a adaptação dos cegos aos cachorros”, conta um dos idealizadores do programa, Paulo Skaf, presidente da Fiesp. “Queremos preparar 32 novos animais a cada doze meses.” O trabalho de formação dura, em média, um ano e meio. Os contemplados com os cães não vão precisar desembolsar nada pelo inestimável auxílio.
A seleção dos filhotes começa no canil, sendo escolhidos apenas exemplares das raças labrador, golden retriever ou do cruzamento entre elas. Enquanto os pequenos estão em processo de desmama, são observados para a escolha dos mais calmos, tranquilos e saudáveis. Mesmo com tais cuidados, cerca de 20% deles não serão aproveitados. “Nem todo cão que é treinado poderá ajudar um cego”, afirma Thays Martinez, presidente do Instituto de Responsabilidade e Inclusão Social (Iris), que também atua na formação de animais.
No mercado, uma raça preparada por especialistas chega a custar 30.000 reais, pois a maior parte é importada dos Estados Unidos. Além do preço, outro inconveniente é que o deficiente precisa ter noções de inglês e viajar ao exterior para fazer a etapa final de treinamento com seu novo companheiro. “Foi bem complicado aprender a me entender com o Harley”, explica o advogado Marcelo Panico, de 41 anos, referindo-se ao seu labrador preto. Em novembro de 2007, os dois passaram juntos trinta dias no estado americano de Michigan, fazendo o trabalho de preparo. “Hoje, ele até atende a alguns chamados em português.”
No Brasil, várias entidades como o Iris mantêm parcerias com centros internacionais para importar os bichos. Mas é um esforço com alcance limitado. Estima-se que existam apenas 100 cães-guias no país, cerca de trinta deles em São Paulo. O objetivo do trabalho iniciado pelo Sesi é disseminar por aqui uma metodologia nacional de preparação, de modo que outros centros possam realizar atividades semelhantes e aumentar a oferta de cachorros. “Será fundamental para minimizar os problemas atuais”, afirma Thays.
O convívio com um animal preparado representa uma revolução na vida das pessoas cegas. Quando se locomovem com a ajuda de uma bengala, elas conseguem evitar obstáculos localizados a 1,5 metro à sua frente. Mas não podem se desviar de coisas acima do chão, como galhos de árvore ou orelhões. “Um cão vai me dar mais independência e segurança”, diz o analista de sistemas Gabriel Vicalvi, de 25 anos, que aguarda há três anos e oito meses uma oportunidade para ser presenteado com um companheiro. “Estou ansioso, mas preciso de muita paciência, pois a fila é grande”, lamenta.
Regras de etiqueta diante de um cão-guia
O que se pode e o que não se pode fazer perto do animal:
- Não brinque com o cachorro nem lhe dê petiscos se ele estiver usando a guia. O cão não deve ser distraído enquanto trabalha
- Não é permitido barrar a entrada de um cão-guia ou de um filhote em treinamento em estabelecimento algum, nem mesmo em restaurantes ou supermercados. A lei garante que esse tipo de cachorro pode entrar e permanecer no local
- Ao caminhar ao lado de um deficiente visual com cão-guia, fique à direita. A esquerda é sempre o lado do cachorro
Fonte: http://vejasp.abril.com.br/revista/edicao-2236/cao-guia
CONHEÇA TAMBÉM O PROJETO CÃO GUIA BRASIL: http://migre.me/5W4Qt
Por que ter gatos em casa?
Está comprovado: quem tem um gato (ou dois) em casa evita o estresse e se recupera mais rápido de doenças
Por: Beatriz Levischi – Site ANAMARIA
O ronron dos gatos ajuda a amenizar a dor - Foto: Dreamstime
Na década de 1960, a psiquiatra brasileira Nise as Silveira usava gatos para tratar pacientes que sofriam de esquizofrenia. Há, ainda, pesquisas que comprovam que os ronrons (ruído contínuo produzido pelos felinos) dos gatos ajudam no bem-estar do dono. Confira o porquê:
· O ronron dos gatos ajuda a reduzir o risco de infarto em 30%.
· Ameniza a dor: a frequência do ronrom, entre 25 e 50 hertz, é a mesma utilizada na medicina esportiva para acelerar cicatrizações e recuperar lesões de atletas.
· Aumenta a sensação de bem-estar.
· Ajuda a dormir, pois altera o estado de alerta das ondas cerebrais.
Dois é melhor que um!
Se você trabalha o dia todo e quer um animalzinho para lhe fazer companhia, pense em adotar dois gatos em vez de um. Em dupla, eles brincam mais, não detonam os móveis e sentem menos a ausência do dono.
Fonte: MdeMulher
Estou grávida e tenho gatos… E agora???
Foto: Eliane Senger, Letícia e o gatinho Otto
E, agora??? Bem, agora você aproveita para deixá-los ronronar próximo a sua barriga…
Sim! O ronronar dos gatos nos acalma, tranqüiliza, transmite sensações de paz e ainda diminui a pressão arterial.
Ao invés de pensar em colocar o bichano para fora de casa e da sua vida, aproveite para estudar a respeito, afinal você será mãe. E a educação pelo meio ambiente e respeito aos animais inicia-se em casa.
Mas, e a toxoplasmose?
De maneira simplificada e com uma linguagem acessível a todos, faz-se necessário compreender algumas questões, como por exemplo, que a toxoplasmose pode ser mais facilmente transmitida através da ingestão de carnes cruas ou mal passadas, legumes, frutas e verduras mal lavados e leite não pasteurizado.
A preocupação maior com os gatos está relacionada à suas fezes. Deste modo, ao manusear a terra de hortas e jardins, deve-se utilizar luvas, pois além do seu gato, outros gatos podem ter defecado por ali. O mesmo deve ocorrer ao realizar a troca da areia da caixinha de seu gato, SEMPRE COM LUVAS, e posterior higienização adequada das mãos.
As fezes devem ser retiradas diariamente, pois o tempo de exposição (no ambiente) também está intimamente relacionado aos riscos. Um cuidado que sempre indicamos, independente de estar grávida ou não, ou da espécie em questão é que as mãos sejam lavadas após o contato direto com os animais, não levar as mãos a boca durante o contato, e higienização dobrada durante o preparo de alimentos. Ou seja, basicamente os cuidados estão diretamente relacionados a higiene e limpeza.
E se mesmo assim você não se sentir segura, peça para outra pessoa cuidar da caixinha de areia de seu gato, durante a gestação.
E o meu cão, pode me transmitir toxoplasmose?
Não! Não há com que se preocupar. A única forma de você contrair toxoplasmose de outros animais é através da ingestão dos mesmos. (carne crua ou mal passada)
Toxoplasmose realmente traz riscos para o bebê?
Alguns problemas podem ocorrer com o feto, principalmente nos três primeiros meses de gestação, quando a gestante adquire toxoplasmose nesta fase. Ou seja, se você NUNCA teve contato com gatos, não é aconselhável que comece a ter (justamente) durante este período. Porém, se você já tem um gato há algum tempo, não há com que se preocupar. Os humanos, assim como os próprios gatos desenvolvem imunidade. Deste modo, os gatos que contraíram toxoplasmose, o que ocorre principalmente por ingestão de carne crua, e durante caças, irão eliminar oocistos através das fezes por no máximo 14 dias após a 1ª exposição ao parasita. Porém, APÓS ESSE PERÍODO É BEM POUCO PROVÁVEL QUE O GATO ELIMINE NOVAMENTE.
Medidas Preventivas:
Utilize luvas ao mexer com terra, jardins, areias;
Higienização adequada e regular das mãos;
Limpeza regular das caixas de areia do gato;
Ao mexer com fezes de gatos durante a gestação, utilizar materiais de proteção, como máscaras e luvas;
Cuidados durante o preparo dos alimentos;
Não ingerir legumes, frutas e verduras mal lavados;
Não ingerir carnes cruas ou mal passadas;
Ingestão de leite pasteurizado;
Não fornecer carnes cruas ao seu gato;
Cuidados com higiene, limpeza e saúde de seu gato;
Evitar acesso do gato a rua.
Curta seu gatinho sem culpa, é bem provável que ele se torne também um grande amigo do seu bebê!
Agradecimento especial: Eliane Senger, pela imagem gentilmente cedida.

























